Moto Foto: Reprodução/SBT
Um policial militar de folga morreu baleado na madrugada desta sexta-feira, 1º de novembro, em tentativa de assalto na Avenida Presidente Castelo Branco, na zona oeste de São Paulo.
Ele teria sido abordado por ao menos dois bandidos, que tentaram levar sua moto. Nesta semana, ao menos outros dois agentes de segurança pública (um PM e policial penal) também foram baleados na capital paulista.
Como mostrou o Estadão, a cidade de São Paulo registrou uma nova alta de latrocínios, como são chamados os roubos seguidos de morte, em setembro deste ano na comparação com o mesmo mês de 2023, segundo dados da Secretaria da Segurança Pública do Estado. Homicídios também apresentaram piora na capital. Por outro lado, os casos de estupros, roubos e furtos caíram.
A secretaria afirma que se mantém atenta à variação dos índices criminais e atua para combater todas as modalidades criminosas, especialmente os homicídios e latrocínios.
"Esse acompanhamento permite desenvolver políticas públicas de enfrentamento aos crimes contra a vida, além de embasar o policiamento nas ruas para que ações preventivas e ostensivas sejam intensificadas em locais de maior incidência criminal", diz a pasta.
Conforme informações preliminares, o PM que morreu nesta sexta andava de moto ao lado de outro colega, também policial, quando ambos foram abordados por dois criminosos.
Eles, então, teriam entrado em confronto com a dupla e um dos policiais foi atingido por disparos de arma de fogo.
A Secretaria da Segurança Pública afirmou que o policial militar chegou a ser socorrido e levado ao Pronto-Socorro São Camilo, mas não resistiu aos ferimentos.
A pasta lamentou a morte do agente e disse ainda que o caso de latrocínio está em elaboração no 91° Distrito Policial (Ceagesp). A identidade e a idade do agente não foram divulgadas pela secretaria.
Estadão Conteúdo
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02:57, 14 Fev
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A Guarda Municipal, por meio da equipe da Guarda Ambiental, foi acionada para uma ocorrência de maus-tratos a animal, que não resistiu aos ferimentos e morreu.
A criança estava internada em estado gravíssimo na UTI do Hospital Estadual de Itumbiara desde a noite de quarta-feira (11), quando foi atingida pelos disparos.
Segundo investigações, o homem usava sua posição como líder para acessar seus alvos, e, a partir disso, explorava a confiança depositada nele pelas famílias das vítimas.
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