O alvo da ação desta sexta-feira é suspeito de realizar movimentações financeiras que ultrapassam R$ 380 mil. As irregularidades teriam sido cometidas pelo agente em Resende, também no sul fluminense, em 2020 e 2021.
Carro da Polícia Federal. Foto: Divulgação
A Polícia Federal prendeu nesta sexta-feira (18) um fiscal da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) suspeito de cobrar propina para liberar veículos de transporte de cargas e de passageiros. A prisão ocorreu durante a segunda fase da operação The Inspector, que investiga crimes de corrupção envolvendo fiscais do órgão, no Rio de Janeiro. A Justiça Federal de Volta Redonda (RJ) já havia expedido um mandado de prisão contra ele.
A primeira fase da operação foi desencadeada em novembro do ano passado, quando os policiais federais cumpriram cinco mandados de busca e apreensão para investigar um esquema de cobrança de propina para liberar veículos de transporte em um posto da ANTT em Barra Mansa, no sul fluminense.
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O alvo da ação desta sexta-feira é suspeito de realizar movimentações financeiras que ultrapassam R$ 380 mil. As irregularidades teriam sido cometidas pelo agente em Resende, também no sul fluminense, em 2020 e 2021.
As investigações foram iniciadas em 2020, com base em denúncias da própria ANTT.

A Polícia Federal deflagrou nesta sexta-feira (18/10) a Operação Safira, nas cidades de Rio Branco/AC, Vitória/ES e Brasília/DF, com o objetivo de reprimir o tráfico interestadual de drogas.
Conforme apurado na investigação, um grupo criminoso vinculado a facção criminosa atuante no Estado do Acre era responsável por enviar entorpecentes para outras unidades da federação, tendo sido identificadas remessas de substâncias ilícitas para as cidades de Serra/ES e Brasília/DF.
No decorrer da operação, foram cumpridos cinco mandados de busca e apreensão, dois mandados de prisão preventiva e três mandados de monitoramento eletrônico, todos expedidos pela Vara de Garantias do Tribunal de Justiça do Acre.
Os envolvidos poderão responder pelos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico.
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Segundo nota divulgada pelo STF, o conteúdo foi tornado público pela CPI do INSS, que recebeu o material por ordem do ministro André Mendonça, relator do caso na Corte.
Após cometer o crime, que ocorreu em Suape, o homem fugiu na sequência e foi localizado pela polícia no Cabo de Santo Agostinho.
Segundo as investigações, o homem atraía as vítimas para tomar um drink depois do trabalho. No encontro, ele as dopava misturando substâncias em bebidas.
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