Na operação, a PMPE encontrou dois revólveres calibre 38, munidos com 12 balas do tipo ponta oca revestidas com veneno, além de 2,480kg de maconha, 75g de cocaína e 50g de crack.
Polícia Militar de Pernambuco prende homem com drogas e armas. Foto: Divulgação/ PMPE
Um policial militar se envolveu em uma briga corporal com um indivíduo suspeito de tráfico de drogas na quinta-feira, 10 de outubro, no bairro da Mangueira, Zona Oeste do Recife. A ocorrência foi atendida pela Polícia Militar, que havia sido notificada sobre atividades suspeitas na área.
Segundo informações da PM, o suspeito estava em posse de armamento e substâncias ilícitas. Ao ser abordado, o homem resistiu à ordem de parada e engajou-se em um confronto com o oficial. Durante a tentativa de fuga, tentou descartar uma quantidade de drogas, mas acabou sendo capturado.
Em continuidade à operação, a PM localizou dois revólveres calibre 38, munidos com 12 balas do tipo ponta oca revestidas com veneno, além de 2,480kg de maconha, 75g de cocaína e 50g de crack.
Após a detenção, o indivíduo foi levado para uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) e, em seguida, encaminhado à Central de Flagrantes para as providências legais necessárias.
Um policial militar foi agredido com um soco na cabeça durante uma ocorrência de trânsito na cidade de Belo Jardim, no agreste pernambucano.
O incidente levou a uma reação dos colegas do PM, que detiveram o agressor com o necessário uso de força.
A Polícia Militar informou, por nota, que o indivíduo foi preso pelo 15º BPM por agressão e desacato. Ele resistiu à prisão, o que exigiu o uso progressivo da força por parte dos policiais.
Após a detenção, o homem foi conduzido à delegacia de Polícia local, permanecendo à disposição da justiça.
Vídeos divulgados nas redes sociais exibem a confusão. Um deles mostra o agressor, vestindo camisa preta, atingindo o PM na cabeça enquanto este falava ao celular.
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Toda operação policial será monitorada por oficiais da Corporação através das câmeras de segurança no Centro Integrado de Comando e Controle Estadual (CICCE).
Mulheres sofreram cortes nas mãos e foram hospitalizadas; segundo a polícia, a mãe tentou proteger a companheira do filho durante as agressões.
De acordo com a instituição, um dos principais fatores para a alta foi a ampliação do funcionamento da central, que passou a atender a população durante 24 horas por dia
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