Segundo a denúncia, que ainda está sendo apurada, esse material, estaria guardado num armário do batalhão, que é responsável pela segurança da região central da cidade.
16º Batalhão da Polícia Militar no Recife. Foto: Reprodução
A Secretaria de Defesa Social de Pernambuco (SDS-PE), investiga uma suposta denúncia de drogas, armas, coletes balísticos e capas, sendo armazenados de forma ilícita no 16º Batalhão da Polícia Militar, localizado na área central do Recife, na manhã desta quarta-feira, 30 de outubro.
Em casos de operação policial, a corporação é responsável por levar os materiais ilícitos apreendidos. No entanto, cabe à Polícia Civil armazenar tais materiais recolhidos de criminosos, o que causa estranheza um batalhão de polícia ostensiva ter esses objetos mesmo que tenham sido retidos após alguma ação.
Segundo a denúncia, que ainda está sendo apurada, esse material, estaria guardado num armário do batalhão, que é responsável pela segurança da região central da cidade.
A PM esclareceu que está investigando imediatamente o caso e reforçou que não tolera qualquer falta de ética dentro da corporação.
A SDS que está à frente da investigação, por meio de nota, fala sobre as providências que estão sendo tomadas, mas sem especificar quais e nem em quantidade de drogas, armamentos e coletes encontrados.
"A Polícia Militar informa que, imediatamente após receber a denúncia, o comando da unidade acionou a Diretoria de Polícia Judiciária Militar (DPJM), que está adotando todas as medidas administrativas necessárias para o total esclarecimento dos fatos. Contando, inclusive, com o apoio técnico do Instituto de Criminalística (IC).
A Corporação reafirma sua intolerância a quaisquer atos incompatíveis com a ética profissional e permanece firme no compromisso com a transparência e a integridade de suas ações, assegurando à sociedade uma apuração rigorosa e imparcial", diz a nota.
A Polícia Civil de Pernambuco desencadeou na última quarta-feira, 23 de outubro, a Operação de Intervenção Tática (OIT) denominada “MESSIS”, vinculada à Diretoria Integrada Especializada – DIRESP, sob a presidência do Delegado João Carlos Oliveira, Titular da 1ª Delegacia de Polícia de Repressão ao Narcotráfico – 1ª DPRN, unidade integrante do Departamento de Repressão ao Narcotráfico – DENARC.
A investigação foi iniciada em agosto de 2024, com objetivo de identificar e desarticular possível associação criminosa voltada à prática de tráfico de entorpecentes e lavagem de capitais com atuação em áreas nobres da cidade do Recife.
Estão sendo cumpridos quatro mandados de busca e apreensão domiciliar, expedidos pelo Juízo da 7ª Vara Criminal do Recife.
Na execução foram empregados 25 Policiais Civis, entre Delegados, Agentes e Escrivães, sendo as investigações assessoradas pela Diretoria de Inteligência da Polícia Civil de Pernambuco – DINTEL.
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