Médico Luciano Lopes Pastor. (Foto: Reprodução/ Redes Sociais)
O médico Luciano Lopes Pastor, de 52 anos, morreu em uma troca de tiros com a polícia no último domingo, 18 de outubro, após ameaçar matar a mulher.
Ele tinha um arsenal de armas e um simulacro de uma granada nazista em sua casa, em Catanduva, no interior de São Paulo.
Segundo a polícia, a mulher de Luciano relatou em ligação ter sido ameaçada de morte pelo marido e alertou que ele estava armado e com comportamento agressivo. Ele teria ingerido bebida alcoólica após um churrasco.
No início da ocorrência, a vítima estava na área externa da casa, enquanto o filho adolescente e a namorada continuavam dentro do imóvel com o pai e se abrigaram no banheiro de um dos quartos durante a ação.
Os agentes iniciaram o protocolo de negociação com o médico armado. Na tentativa do diálogo, Luciano apontou a arma na direção dos policiais e atirou, informou a polícia. Os policiais reagiram e balearam o médico, que não resistiu.
"Durante a varredura na residência, foram localizadas outras armas de fogo e munições acondicionadas em um cofre que se encontrava aberto, próximo ao local do confronto", disse a polícia.
De acordo com a pasta, o filho e a namorada foram retirados da casa sem ferimentos e entregues a uma das tias. A mulher do suspeito também não ficou ferida, mas foi levada a um hospital para atendimento.
Em seguida, o Grupo de Ações Táticas da Polícia Militar (GATE) foi acionado após os agentes avistarem um artefato explosivo/granada intacto. Segundo a polícia, após a análise das imagens, não foram identificados indícios da presença de material explosivo.
Com base nas imagens radiográficas, nas características observadas e na dinâmica da ocorrência, foi constatado tratar-se de um simulacro/souvenir de granada de mão do tipo "Stick Hand", de origem alemã.
Luciano atuava como médico vascular e foi diretor-presidente da Associação Mahatma Gandhi, organização social de direito privado, sem fins lucrativos, que atende pacientes acometidos de problemas mentais e dependência química.
Estadão Conteúdo
21:02, 19 Out
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Segundo Jario Santos, advogado que representa a família, ainda não há confirmação de que Pedro tenha deixado as instalações militares.
O levantamento policial inicial identificou cerca de dez ferimentos provocados por tiros, principalmente na cabeça e no abdômen.
Cada suspeito pagou uma fiança de R$ 5 mil, totalizando R$ 10 mil, e foi liberado para responder ao procedimento em liberdade.
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