Médica é morta a tiros. Foto: Reprodução/ Redes Sociais
Uma médica, identificada como Paula Sandri Frantz, de 33 anos, foi executada com pelo menos seis tiros na tarde da terça-feira, 7 de abri, em Itajubá (MG).
O corpo da vítima, que era oftalmologista, foi encontrado dentro de sua caminhonete com diversas perfurações. Um homem de 25 anos foi preso e um adolescente de 16 anos, que confessou ter atirado, foi apreendido.
A Polícia Militar suspeita de que a motivação do crime seria um golpe praticado pela internet. Uma análise nas câmeras de segurança identificaram o veículo usado no crime, que foi cercado após um certo realizado em rodovias próximas. Eles estavam com a arma usada no crime.
Os suspeitos foram encontrados após análise de câmeras de segurança, que identificaram o veículo usado no crime.
Um cerco bloqueio foi feito nas rodovias próximas e o carro interceptado na MG-350, em Delfim Moreira. Segundo a Polícia Militar, nada da vítima foi levado
O Hospital de Clínicas, onde Paula trabalhava, emitiu uma nota de pesar pela morte da médica. Confira:
"Dra. Paula trabalhava no Centro de Oftalmologia e era querida por toda a equipe. Com seu jeito gentil e delicado, atendia todos os pacientes com muita atenção. Deixará muitas saudades no coração de todos nós".
A capitã de mar e guerra e médica geriatra Gisele Mendes de Souza e Mello foi atingida, em dezembro do ano passado, com um tiro na cabeça durante uma operação do Comando da Coordenadoria da Polícia Pacificadora no Conjunto de Favelas do Lins, na zona norte do Rio.
De acordo com a Marinha, Gisele foi ferida ao participar de um evento em um dos prédios do complexo do Hospital Naval Marcílio Dias, no Lins, zona norte do Rio, de onde é superintendente de saúde.
De acordo com a assessoria de imprensa da Secretaria de Estado da Polícia Militar, a unidade de polícia pacificadora (UPP) Lins realizou uma operação na região, e os policiais foram atacados quando chegaram na Comunidade do Gambá.
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Suspeito de 32 anos publicou mensagem com referência a uma música infantil para ironizar a morte dos militares; ele foi ouvido e liberado.
Durante o processo, os quatro negaram a prática de estupro. Apesar de admitirem que tiveram relações sexuais com a adolescente, sustentando que os atos ocorreram de forma consensual.
De acordo com informações preliminares, o menino foi encontrado boiando dentro de uma caixa-d'água. A mãe retirou a criança do reservatório e a levou para uma unidade de saúde de Barreiros.
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