Investigado de 51 anos foi localizado enquanto trabalhava em São Caetano, no Agrete do estado; identidade não será divulgada para preservar a adolescente.
03 de setembro de 2026 às 10:43 - Atualizado às 11:38
Viatura da Polícia Civil de Pernambuco. Foto: Divulgação
Um homem de 51 anos foi preso preventivamente sob suspeita de estuprar a afilhada, de 12 anos, em Caruaru, no Agreste de Pernambuco. Ele foi localizado pela Polícia Civil enquanto trabalhava em uma fábrica no município de São Caetano.
O mandado judicial foi cumprido por agentes da 4ª Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam) de Caruaru. O nome e a imagem do investigado não foram divulgados para impedir que a adolescente seja identificada.
De acordo com a delegada Érika Feitosa, responsável pela investigação, o caso chegou ao conhecimento da unidade policial em meados de agosto, depois que a menina relatou as supostas agressões.
Segundo a Polícia Civil, os crimes teriam ocorrido durante passeios realizados pelo suspeito com a afilhada. A investigação aponta ainda que o homem entregava dinheiro à adolescente depois dos atos.
Após receber a denúncia, a equipe da Deam iniciou as diligências e solicitou a realização de perícias. Com os elementos reunidos durante a apuração, a autoridade policial pediu a prisão preventiva do investigado à Justiça.
A ordem foi expedida e cumprida em São Caetano, onde o homem trabalhava. Ele mora em Caruaru, cidade onde os crimes teriam acontecido.
A prisão preventiva é uma medida cautelar e não representa condenação. O investigado continuará respondendo ao processo, e a responsabilidade criminal será analisada pela Justiça.
A delegada explicou que a divulgação de informações sobre o homem poderia permitir que pessoas próximas identificassem a adolescente. A medida busca preservar sua privacidade e evitar novos constrangimentos.
Casos de violência sexual contra pessoas com menos de 14 anos são investigados como estupro de vulnerável. A apuração continua, e o procedimento deverá ser encaminhado ao Poder Judiciário dentro do prazo legal.
Suspeitas de violência contra crianças e adolescentes podem ser comunicadas ao Disque 100 ou ao Conselho Tutelar. Em situações de emergência, a Polícia Militar deve ser acionada pelo telefone 190.
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