A fiscalização foi conduzida por equipes da Polícia Civil, por meio da Delegacia de Surubim (116ª Circunscrição), com apoio do 22º Batalhão da Polícia Militar, além da Vigilância Sanitária.
04 de julho de 2026 às 08:38 - Atualizado às 10:28
Homem é preso por falsificar água mineral em Surubim (PE). Foto: Divulgação
Uma operação conjunta realizada na quarta-feira, 2 de junho, resultou na prisão em flagrante de um homem suspeito de comandar um esquema de adulteração e comercialização irregular de água mineral em Surubim, no Agreste de Pernambuco. A ação também levou à interdição do estabelecimento onde a fraude era praticada.
A fiscalização foi conduzida por equipes da Polícia Civil, por meio da Delegacia de Surubim (116ª Circunscrição), com apoio do 22º Batalhão da Polícia Militar, além da Vigilância Sanitária, da Secretaria Municipal de Saúde e da Secretaria da Fazenda do município.

Durante a inspeção, os agentes identificaram que garrafões eram preenchidos com água retirada de um poço artesiano. Em seguida, os recipientes recebiam lacres fiscais falsificados e eram vendidos como se fossem produtos de marcas reconhecidas no mercado.
Segundo as autoridades, embora as marcas estampadas nos galões fossem verdadeiras, o conteúdo não tinha qualquer relação com os fabricantes originais, configurando uma fraude que, além de enganar os consumidores, representa risco à saúde pública.
Após constatar as irregularidades, a Vigilância Sanitária determinou a interdição imediata do local. O responsável pelo estabelecimento foi detido e autuado em flagrante com base no artigo 272 do Código Penal, que trata da falsificação, adulteração ou alteração de produtos alimentícios destinados ao consumo.
A Polícia Civil dará continuidade às investigações para identificar a dimensão do esquema, verificar há quanto tempo a prática ocorria e apurar se os galões adulterados foram distribuídos para outros municípios da região.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou, no início de junho, o recolhimento de um lote da água mineral Crystal após análises confirmarem a presença da bactéria Pseudomonas aeruginosa.
A decisão, divulgada nesta quarta-feira, 3 de junho, também suspendeu a venda, a distribuição e o uso das unidades pertencentes ao lote afetado até a conclusão das investigações conduzidas pelos órgãos de vigilância sanitária.
A medida envolve o lote identificado como LZ1 VAL200127 3 P 200126, produzido pela empresa Mineração Bom Jesus, no município de Luziânia, em Goiás.
Segundo as informações divulgadas pelas autoridades sanitárias, aproximadamente 374 mil garrafas de 500 mililitros integram esse lote. Os produtos foram distribuídos para o Distrito Federal, Goiás, Tocantins e cidades do interior de São Paulo.
A descoberta ocorreu durante uma análise de rotina realizada pelo Laboratório Central de Saúde Pública do Distrito Federal (Lacen-DF).
Os exames detectaram a presença da bactéria nas amostras coletadas. Posteriormente, uma contraprova confirmou o resultado, o que levou à adoção das medidas preventivas por parte dos órgãos responsáveis.
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Um terceiro homem, apontado nas informações iniciais como autor dos disparos, também morreu no local após uma troca de tiros.
Marcellis Blackwell cometeu os crimes enquanto trabalhava como agente no Missouri (EUA); o acusado declarou que parte das vítimas estava imobilizada sob sua custódia.
Durante patrulhamento pela região, os agentes foram acionados para prestar auxílio a uma gestante que estava em trabalho de parto na Comunidade do Caranguejo
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