No local, os agentes apreenderam um fuzil calibre 7.62, um revólver calibre 357, duas carabinas calibres 12 e 38, uma pistola 9 mm, munições, coletes balísticos, uma granada e três papelotes de cocaína.
Armas apreendidas em apartamento. Foto: Divulgação/ Secretaria de Segurança Pública de São Paulo
Um homem, de 31 anos, foi preso na noite de sexta-feira, 6 de dezembro, após atirar contra policiais dentro de um apartamento em Pinheiros, Zona Oeste de São Paulo.
No imóvel, os agentes apreenderam um arsenal de armas de diferentes calibres, incluindo um fuzil, uma granada, uma pistola, munições, além de papelotes de cocaína.
De acordo com a Secretaria de Segurança Pública (SSP), equipes das Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota) foram acionadas após o atirador realizar disparos dentro do apartamento.
Ao chegarem ao local, os policiais tentaram negociar com o homem, mas foram recebidos com novos tiros, que atingiram outro imóvel no edifício.
Diante da resistência, o Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate) foi acionado e invadiu o apartamento com o apoio de um cão policial, que conseguiu imobilizar o suspeito. Ele ficou ferido e foi encaminhado ao pronto-socorro do Hospital Beneficência Portuguesa.
O comandante dos Batalhões e chefe da Rota, Valmor Saraiva Racorti, afirmou à reportagem que o homem, identificado como Marcelo Berlinck Mariano Costa, estava "emocionalmente perturbado" no momento em que foi imobilizado.
No local, os agentes apreenderam um fuzil calibre 7.62, um revólver calibre 357, duas carabinas calibres 12 e 38, uma pistola 9 mm, munições, coletes balísticos, uma granada e três papelotes de cocaína. Todo o material foi encaminhado para perícia.
O caso foi registrado no 14º Distrito Policial (Pinheiros) como disparo de arma de fogo, porte de drogas para consumo pessoal sem autorização e tentativa de homicídio.
Estadão Conteúdo
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23:22, 13 Fev
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A Guarda Municipal, por meio da equipe da Guarda Ambiental, foi acionada para uma ocorrência de maus-tratos a animal, que não resistiu aos ferimentos e morreu.
A criança estava internada em estado gravíssimo na UTI do Hospital Estadual de Itumbiara desde a noite de quarta-feira (11), quando foi atingida pelos disparos.
Segundo investigações, o homem usava sua posição como líder para acessar seus alvos, e, a partir disso, explorava a confiança depositada nele pelas famílias das vítimas.
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