Imagem ilustrativa de homem sendo preso pela polícia. Foto: Reprodução
Um homem de 23 anos, foragido em Araguari (MG), enviou uma mensagem ao delegado Fernando Storti na última quinta-feira, 21 de agosto, afirmando que havia “virado evangélico” e queria se entregar. O suspeito é acusado de associação criminosa.
Segundo informações do portal UOL, ele era um dos alvos da Operação Aqueronte, que investiga a atuação de facções criminosas no Triângulo Mineiro.
Ainda de acordo com a reportagem, o suspeito afirmou na mensagem que, após aceitar Jesus, se arrependeu da vida no crime e gostaria de pagar pelos erros cometidos.
"Oi, delegado, boa noite. Meu nome tá na lista de mandato estou em Unaí. Amanhã irei me entregar em Araguari. Estou trabalhando carteira assinada, sei que errei no passado, mas hoje sou evangélico e tô indo na igreja. Não quero fugir e tenho que pagar pelo meu erro. Eu quero me entregar amanhã pela manhã", escreveu o homem.
E, conforme prometido, ele se apresentou na manhã seguinte à Delegacia de Araguari. O suspeito deverá responder por associação criminosa e permanece à disposição da Justiça.
Onze pessoas foram presas e uma arma de fogo apreendida durante a terceira fase da Operação Aqueronte, deflagrada em Araguari (MG). A ação resultou ainda no cumprimento de 49 mandados de busca e apreensão e 36 mandados de prisão, além da apreensão de munições, rádios e drogas em cidades como Uberlândia, Sacramento, Uberaba, Araxá, Coronel Fabriciano e Praia Grande (SP).
A operação foi realizada de forma conjunta pelas polícias Civil, Militar, Penal e pelo Ministério Público de Minas Gerais, com o objetivo de combater duas organizações criminosas que atuavam na região.
Segundo a Polícia Civil, os alvos já eram conhecidos e integravam grupos rivais que disputavam território. Entre os detidos, três são apontados como responsáveis por uma série de homicídios em Araguari.
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Conforme registrado no boletim de ocorrência, os agressores utilizaram uma lâmina de barbear para mutilar o preso, arrancando suas orelhas e provocando a decapitação.
A criança foi localizada por familiares e levada para uma unidade de saúde da cidade, mas não resistiu após dar entrada no atendimento.
Os policiais encontraram diversos cartões bancários mais um caderno de anotações que detalhavam as operações financeiras da atividade suspeita.
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