Uma de suas filhas disse ter visto: "Um vídeo de uma criança, que não parecia ter mais de um ano, sendo estuprada por um adulto", no computador do homem.
27 de junho de 2024 às 10:54 - Atualizado às 11:16
Tales de Carvalho e Calinka de Moura com as filhas Ana Clara e Julia. Tales de Carvalho e Calinka de Moura com as filhas Ana Clara e Julia.
Tales de Carvalho, empresário e astrólogo, filho do escritor Olavo de Carvalho, enfrenta sérias acusações de abuso sexual, tortura física e psicológica por parte de quatro mulheres, incluindo sua ex-mulher e suas duas filhas.
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Os relatos detalham um período de mais de duas décadas de abusos que ocorreram sob o mesmo teto.
As mulheres acusam Tales de práticas de tortura, exposição a vídeos de estupro infantil e manipulação psicológica.
As denúncias surgiram durante uma entrevista à Coluna do Guilherme Amado, do Metrópoles.
Calinka Padilha de Moura, ex-mulher de Tales, descreveu agressões físicas como chicoteamento com fio de telefone molhado, além de ameaças de mutilação.
Ela também relatou que o filho de Olavo de Carvalho a obrigava a assistir vídeos de estupro infantil antes de cometer abusos sexuais.
"Ele tinha alguns métodos de tortura emocional. Ele tinha o hábito de obrigar a gente a ficar assistindo vídeo de criança sendo estuprada. Eram crianças bem pequenas e era bem horrível. Ele forçava a gente a ver e eu via as crianças gritando", disse Calinka.
A filha de Tales e neta de Olavo de Carvalho, Julia Moura de Carvalho, disse que chegou a abrir um vídeo no computador dele.
"Era um vídeo de uma criança, que não parecia ter mais de um ano, sendo estuprada por um adulto.
Calinka também mostrou um e-mail que recebeu de Tales, em 2003, quando eram casados, onde o homem dizia sentir algo muito forte por uma uma menina que na época tinha 14 anos.
“[….] Embora você saiba que eu te amo mais que tudo (sic) eu não posso negar que eu sinto algo forte por ela, eu sei que é difícil para uma mulher compreender isto, por isso eu não espero que você me perdoe e me compreenda. Eu tive varias visões e sonhos aqui sobre este assunto. […] Nestas visões varias (sic) pessoas apareciam tendo um destino glorioso inclusive (sic) você, eu, [a moça com 14 anos na época], [pai da moça com 14 anos na época], e pasme, minha mãe. Portanto, não tenha maus sentimentos com relação à [moça com 14 anos na época] e minha mãe, você sempre será superior a elas para Allah e para mim”, escreveu Tales a Calinka em um trecho do e-mail.
Outras ex-mulheres, que preferiram permanecer anônimas, corroboraram os relatos de abuso e manipulação dentro do Instituto Cultural Lux et Sapientia (ICLS), que tem Tales e seu irmão, Luiz Gonzaga de Carvalho, como fundadores.
Ao Metrópoles, Tales afirmou que não abusou, negando as alegações, e disse que seus relacionamentos se baseavam em convicções religiosas e consensuais. Ele destacou decisões judiciais favoráveis que rejeitaram as acusações contra ele.
“Foram utilizadas por ela para tentar privá-lo da guarda da filha menor”. “A Justiça não deu crédito a essas mentiras, a guarda foi decidida em favor de Tales, e Calinka se comprometeu com não repeti-las em troca da extinção de duas queixas-crime (vã promessa, como se vê)”, afirmou a nota.
Sobre o casamento com uma menor de idade, a nota disse ser “fato público que Tales e ela se enamoraram quando ela tinha 14 anos, passando a morar juntos quando ela já contava com 18 anos, depois do casamento segundo a religião islâmica”.
Esta matéria foi elaborada com base nas informações do Metrópoles. Para ver todo o conteúdo, clique aqui.
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