Exército apreende uma tonelada de maconha em operação na divisa entre Brasil e Colômbia Foto: Divulgação/Comando Militar da Amazônia
O Exército apreendeu uma tonelada de maconha tipo skunk na madrugada desta quinta-feira, 27, em uma embarcação no Rio Içá, no Amazonas, próximo à fronteira com a Colômbia. A carga é avaliada em R$ 20 milhões.
Uma cadela farejadora ajudou na varredura do 2º Pelotão Especial de Fronteira e identificou a droga escondida no casco da embarcação. O Comando Militar da Amazônia informou que o material apreendido foi encaminhado às autoridades.
A apreensão aconteceu no contexto da Operação Escudo, deflagrada para reforçar a segurança na região, sobretudo das comunidades indígenas, e combater crimes ambientais e outros ilícitos na faixa de fronteira, como o tráfico de drogas e armas.
O trabalho é desenvolvido em parceria com o Exército da Colômbia Há um esforço conjunto para fazer frente aos narcotraficantes que operam na região e, com isso, impedir a circulação de drogas entre os países.
Um motorista que transportava 64 Kg de maconha foi detido, nesta quarta-feira, 19 de fevereiro, pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), na BR 407, em Juazeiro, na Bahia. O homem colidiu em um caminhão durante a tentativa de fuga. Contudo, foi alcançado.
Contudo, o grupo de Patrulhamento Tático da PRF realizava uma fiscalização no Km 8 da rodovia, quando avistou um motorista realizando uma ultrapassagem em local proibido. Sendo assim, Foi dada ordem de parada ao condutor, que desobedeceu e tentou fugir por 2 Km. Logo depois, ele colidiu em um caminhão e tentou fugir a pé por uma área de mata.
Sendo assim, os policiais realizaram buscas na região e conseguiram alcançar o motorista. Dentro do carro, foram apreendidos 60 pacotes da droga.
O condutor disse que havia sido contratado para entregar a maconha em Juazeiro. Ele foi encaminhado à Delegacia de Polícia Civil e poderá responder por tráfico de drogas.
Da redação do Portal de Prefeitura com informações do Estadão Conteúdo.
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A investigação aponta que o grupo utilizava empresas, apostas e rifas digitais para misturar recursos lícitos e ilícitos e adquirir bens de luxo.
Ambos foram condenados por homicídio qualificado cometido por motivo torpe, meio cruel, com impossibilidade de defesa da vítima e utilização de arma de uso restrito.
A operação também resultou na apreensão de diversas cédulas internacionais, como dólar, florim húngaro e dirham dos Emirados Árabes Unidos e barras de prata.
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