Desafio do Desodorante: Sarah Raíssa e Brenda Sophia. Fotos: Reprodução. Arte: Portal de Prefeitura
A trend viral do "Desafio do Desodorante", nas redes sociais, ceifou a vida de duas garotas, Brenda Sophia Melo de Santana, de 11 anos, no dia 9 de março, no Agreste de Pernambuco e, a mais recente, Sarah Raíssa Pereira de Castro, 8 anos, no Distrito Federal, após inalarem o gás de desodorante aerossol.
O delegado-chefe da 15ª DP, João Ataliba Neto, afirma que o responsável pela publicação do desafio poderá responder pelo crime de homicídio duplamente qualificado (através de meio que pode causar perigo comum e por ter sido praticado contra menor de 14 anos de idade), cuja pena pode alcançar os 30 anos de prisão.
“Se ficar comprovado que ela acessou isso, a rede social por meio da qual ela assistiu ao vídeo também será oficiada, para que consigamos mais informações acerca do criador das imagens”, disse o delegado-adjunto Walber Lima.
No último domingo, 13 de abril, uma menina de 8 anos morreu no Distrito Federal após participar do desafio divulgado no TikTok. A criança, Sarah Raissa Pereira de Castro, inalou desodorante aerossol e teve uma parada cardiorrespiratória.
Segundo a família, Sarah teria realizado o chamado "desafio do desodorante", que incentiva crianças e adolescentes a inalar o spray pelo maior tempo possível. A tia da menina confirmou que a motivação da tragédia veio da rede social. A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) investiga o caso e tenta identificar responsáveis por divulgar esse tipo de conteúdo.
A menina deu entrada no hospital público da capital na última quinta-feira (10), já em estado crítico. Os médicos tentaram reanimá-la por cerca de uma hora. Apesar dos esforços da equipe médica, Sarah não reagiu aos procedimentos. Os profissionais constataram a morte cerebral ainda no mesmo dia. Após exames complementares, os médicos confirmaram o óbito no domingo (13).
Brenda Sophia Melo de Santana, de 11 anos, morreu no dia 9 de março, em Bom Jardim, no Agreste de Pernambuco, após inalar desodorante aerossol. Segundo a família, a tragédia aconteceu depois de um desafio.
O pai de Brenda a encontrou desacordada na cama, enrolada em um lençol e segurando um frasco de desodorante.
Imediatamente, ele a levou para o Hospital Municipal Dr. Miguel Arraes, onde ela chegou por volta das 16h24. No entanto, a menina já estava inconsciente e em parada cardiorrespiratória.
A equipe médica tentou reanimá-la por aproximadamente 40 minutos, mas não conseguiu reverter o quadro. Os profissionais ainda identificaram um material esbranquiçado cobrindo sua língua.
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Thales Machado era genro do gestor municipal, Dione Araújo (UB), e escreveu, na noite da quarta-feira (11), uma carta aberta nas redes sociais.
As vendas de produtos eletrônicos eram feitas pela plataforma principal, mas os pagamentos eram redirecionados para empresas de fachada.
Juliana, de 27 anos, começou a passar mal rapidamente, com problemas respiratórios. Ela foi levada ao hospital, mas sofreu uma parada cardíaca e morreu.
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