CASO GRITZBACH: saiba quem é o suspeito de envolvimento em execução de delator do PCC Fotos: Divulgação/SSP-SP
A Polícia Civil do Estado de São Paulo identificou o suspeito de ser responsável pelo assassinato do empresário Antônio Vinicius Lopes Gritzbach, de 38 anos, dentro do Aeroporto de Guarulhos, no último dia 8. Kauê do Amaral Coelho, de 29 anos é tido como um dos autores do ataque que terminou com o fuzilamento do empresário. Até o momento, o homem segue foragido.
A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP), afirma que Kauê foi identificado após “extensa análise de câmeras de segurança” e teve sua prisão preventiva decretada pela Justiça. A SSP-SP ofereceu uma recompensa de R$ 50 mil para que tiver informações sobre o paradeiro do suspeito.
Em 2022, Kauê já foi preso por tráfico de drogas, e segundo a investigação, ele teria sido responsável por avistar Gritzbach no salão de desembarque e sinalizar aos atiradores.
Um tiroteio foi registrado no Terminal 2 do Aeroporto de Guarulhos nesta sexta-feira, 8 de novembro. Segundo informações do repórter Marcelo Moreira, o ataque resultou na morte de Vinicius Gritzbach, empresário que revelou detalhes sobre a lavagem de dinheiro do PCC. A identidade da vítima foi confirmada pelas autoridades de segurança de São Paulo. Vinícius estaria embarcando para uma viagem internacional quando foi alvejado por disparos. Ao todo, três pessoas ficaram feridas, e um vítima fatal foi registrada.
Segundo o Ministério Público de São Paulo, Gritzbach teria ordenado o assassinato de dois membros do PCC: Anselmo Becheli Santa Fausta, conhecido como Cara Preta, e Antônio Corona Neto, o 'Sem Sangue', motorista de Anselmo. No ano passado, enquanto passava a noite de Natal com a família, Vinícius Gritzbach foi alvo de outro atentado.
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A informação consta na decisão do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), que autorizou a prisão de Costa realizada hoje, 16 de abril.
O mandado de prisão foi cumprido na manhã desta quinta, 16, na residência de Paulo Henrique Costa em Brasília.
Além das supostas multas, os integrantes eram orientados a pagar por cursos, fardas, coturnos e até alimentação, sempre com a promessa de reembolso posterior.
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