Pernambuco, 12 de Fevereiro de 2026

Inicio elemento rádio
Icone Rádio Portal

Ouça a Rádio Portal

Final elemento rádio

Fraude do INSS: Diretor da PF diz que não pode comentar citação a Lulinha em investigação

Segundo apuração, lobista teria efetuado um pagamento de R$ 25 milhões ao filho do presidente da República, além de manter o repasse de uma suposta "mesada" no valor aproximado de R$ 300 mil.

Ricardo Lélis

17 de dezembro de 2025 às 16:43   - Atualizado às 16:43

Lulinha e Andrei Rodrigues.

Lulinha e Andrei Rodrigues. (Foto: Reprodução e José Cruz/Agência Brasil)

O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, comentou na última segunda-feira, 15 de dezembro a menção ao empresário Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, um dos filhos do presidente Lula (PT) no contexto das investigações que apuram irregularidades no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

A citação surgiu a partir do depoimento de um ex-funcionário de Antonio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS.

Segundo o relato, o lobista teria efetuado um pagamento de R$ 25 milhões ao filho do presidente da República, além de manter o repasse de uma suposta “mesada” no valor aproximado de R$ 300 mil.

Questionado por jornalistas sobre o caso, Andrei Rodrigues afirmou que não pode fornecer detalhes sobre inquéritos que tramitam sob sigilo.

“Eu não posso fulanizar e falar detalhes de investigações que não tenho detalhes. E já citei aqui também, Tácio, muito claramente antes da sua pergunta, que não basta uma pessoa ser citada para ela ser considerada investigada ou não investigada. Então, eu desconheço esse detalhe desse processo, creio que o processo está sob sigilo, e que infelizmente surgiu essa possibilidade, mas não posso comentar pelo sigilo da investigação”, afirmou Andrei Rodrigues.

Veja Também

Acesso a conversas

A Polícia Federal (PF) investiga Antônio Carlos Camilo Antunes, o "Careca do INSS", com base em material apreendido em seu celular, incluindo conversas com Fábio Luiz Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula. A informação é da coluna Andreza Matais, do Metrópoles.

Segundo a matéria, Edson Claro Medeiro Júnior, ex-funcionário de Antônio e empresário, entregou informações à PF, somando mais de 70h de depoimentos, onde relata o pagamento de uma suposta mesada de R$300 mil a Lulinha e o pagamento de mais R$25 milhões.

As apurações incluem mais de mil páginas de documentos, além de áudios e conversas de WhatsApp, que ajudam a traçar o caminho de parte do dinheiro do Careca do INSS.

Lulinha teria sido contratado para atuar na empresa de cannabis medicinal World Cannabis, onde Edson era diretor-executivo.

A investigação inclui documentos, áudios e conversas de WhatsApp, e apura a participação de Lulinha como sócio oculto da empresa em Portugal, que visava vender esses produtos ao Sistema Único de Saúde (SUS).

Mais Conteúdos

Mais Conteúdos

Mais Lidas

Icone Localização

Recife

21:46, 12 Fev

Imagem Clima

24

°c

Fonte: OpenWeather

Notícias Relacionadas

PF e Receita Federal apreendem maconha em refis de vape.
Ação

Operação da PF e Receita Federal prende mulher e apreende maconha líquida em refis de vape

Ela foi autuada por tráfico interestadual de drogas, cujas penas podem chegar até 20 anos de reclusão.

Oruam em foto na prisão.
Alerta

PF é comunicada para prender Oruam se rapper tentar sair do país, revela site

A medida foi adotada diante do risco de fuga depois que o Superior Tribunal de Justiça (STJ) revogou o habeas corpus concedido ao artista.

Adriana Albuquerque em cerimônia de posse da PF em Pernambuco.
Posse

Polícia Federal: delegada assume nova superintendência de Pernambuco

Adriana Albuquerque assume a função com a missão de implementar as diretrizes estratégicas da PF no estado, com foco no enfrentamento ao crime organizado.

mais notícias

+

Newsletter