SIMEPE articula apoio de senadores em Brasília para aprovação de pl Foto: Divulgação
Representantes do Sindicato dos Médicos de Pernambuco (SIMEPE) realizaram, nesta terça-feira 19 de maio, uma série de visitas aos gabinetes de senadores, em Brasília, para articular apoio à aprovação do Projeto de Lei 1365/2022. A proposta será votada nesta quarta-feira (20), na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado Federal, em caráter terminativo.
A comitiva do Sindicato dos Médicos de Pernambuco é formada pela presidente Carol Tabosa, pelo secretário-geral Marcílio Oliveira e pelo diretor Robson Miranda. Durante os encontros, os representantes destacaram a importância da aprovação do projeto, que tem como relator o Senador Fernando Dueire (PSD), para a valorização da categoria médica e o fortalecimento da assistência à população.
Segundo Carol Tabosa, o momento é de mobilização junto aos parlamentares para garantir avanços importantes para os médicos brasileiros. “Estamos dialogando com os senadores para reforçar a importância da aprovação do PL 1365/2022. É uma pauta que representa valorização profissional, melhores condições para o exercício da medicina e impactos positivos também para a assistência prestada à sociedade”, afirmou.
As agendas ocorreram ao longo do dia e fazem parte de uma mobilização nacional em torno da tramitação do projeto no Senado Federal. Caso seja aprovado na CAS em caráter terminativo, o texto poderá seguir diretamente para a próxima etapa legislativa, sem necessidade de votação em plenário.
O principal objetivo da criação do SIMEPE foi lutar e reivindicar os direitos da categoria no estado de Pernambuco. Desde sua fundação até os dias atuais, o Sindicato desempenha um papel relevante na mobilização dos profissionais de saúde, especialmente dos médicos. Ao longo de sua trajetória, o SIMEPE atravessou cerca de 30 anos de regime democrático e 40 anos de ditadura.
Fazer sindicalismo no Brasil não significa apenas defender interesses corporativos, mas também contribuir para a construção da sociedade civil e, com igual importância, exercer a cidadania. Por isso, ele é democrático. O espaço público, mais largo do que a esfera estatal é seu território de luta. Essa luta é permanente contra toda forma de repressão aos médicos, promovendo assembléias, reuniões, debates, sobretudo, criando conscientizando os profissionais sindicalizados. O Sindicato tem buscado defender a população mais carente e humanizar a prática da medicina.
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