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"Não era momento", diz secretário de João Campos sobre questionamentos de Eduardo Moura na Câmara

O vereador abordou o chefe da pasta para questionar a ausência do prefeito na sessão de reabertura da Casa Legislativa do município.

Cami Cardoso

02 de fevereiro de 2026 às 14:25   - Atualizado às 14:31

"Não era momento de conversar", diz secretário de João Campos sobre ignorar Eduardo Moura na Câmara

"Não era momento de conversar", diz secretário de João Campos sobre ignorar Eduardo Moura na Câmara Fotos: Divulgação

A ausência do prefeito do Recife, João Campos, na reabertura dos trabalhos do Legislativo municipal gerou confusão na Câmara, desta segunda-feira, 2 de fevereiro. Com a chegada do secretário de Planejamento do município, Jorge Vieira, na sessão, o vereador Eduardo Moura (Novo) questionou a falta do chefe do Executivo na agenda oficial.

Mesmo após a abordagem, Vieira não respondeu aos questionamentos no momento. Em entrevista concedida posteriormente, o secretário evitou polemizar a situação e afirmou que “não era o momento de conversar”.

“O prefeito está em uma reunião de trabalho em Brasília com o ministro Renan Filho, buscando recursos para a cidade. A missão que me foi dada é normal, eu sou secretário de Planejamento. Ele tentou falar comigo no momento em que eu estava subindo para a mesa, mas não era o momento certo. Ele tentou se colocar na minha frente, eu simplesmente sentei no meu lugar e dei seguimento aos trabalhos”, declarou Vieira.

Apesar da insistência de Eduardo Moura, o líder do Governo na Câmara, do MDB, já havia informado que o prefeito João Campos estava em Brasília para uma reunião com o ministro das Cidades, Renan Filho.

Conhecido como um dos principais opositores do prefeito no Legislativo, Eduardo Moura continuou questionando o secretário sobre a ausência de João Campos, enquanto gravava a abordagem com o celular.

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Diante da situação, o presidente da Câmara, Romerinho Jatobá (PSB), e os vereadores Rinaldo Júnior (PSB) e Cida Pedrosa (PCdoB) pediram para que o parlamentar interrompesse a abordagem, considerada excessiva. Jatobá chegou a pedir desculpas no início da sessão e afirmou que conversou com Eduardo Moura, que teria avaliado o episódio como “nada demais”.

“Blitz de vereadores”

Em posicionamento posterior, Eduardo Moura afirmou que houve uma “blitz de vereadores” quando tentou se aproximar do secretário. O parlamentar disse não compreender a reação dos colegas.

“Não houve nenhum tipo de agressividade ou contato físico intencional. Foi uma abordagem natural. Para minha surpresa, houve uma blitz de vereadores da situação quando cheguei perto do secretário, que é alguém que eu respeito muito. Tentaram me impedir, seguraram meu braço, arranharam meu dedo. Eu só subi porque não consegui fazer a pergunta de onde estava”, afirmou.

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