Protesto no Recife Fotos: CUT-PE
Ocorre no centro do Recife, nesta terça-feira, 10 de dezembro, Dia Internacional dos Direitos Humanos uma manifestação popular com múltiplas reivindicações.
Entre os principais temas, destacam-se o fim da jornada de trabalho de 44 horas semanais e do regime de seis dias trabalhados para um de descanso (escala 6x1), além da prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro e de militares envolvidos em um suposto plano golpista revelado pela Polícia Federal.
A concentração dos manifestantes começou as 16h, no Parque Treze de Maio, no bairro de Santo Amaro.A mobilização conta com o apoio de movimentos nacionais, como o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), o Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), movimentos feministas, a Central Única dos Trabalhadores (CUT) e diversas entidades sindicais.
"Hoje é um dia crucial para reafirmarmos nosso compromisso com a justiça e os direitos dos trabalhadores. Não podemos permitir que golpistas fiquem impunes, que o fundamentalismo destrua nossos direitos, ou que a exploração do trabalhador seja intensificada com jornadas desumanas como a escala 6x1", disse Rocha, presidente da CUT-PE.
Outro foco do protesto é a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 164/2012, apelidada de “PEC do Estupro” pelos movimentos sociais.
A proposta, em tramitação na Câmara dos Deputados, prevê a criminalização de qualquer forma de aborto, incluindo casos de estupro, anencefalia fetal ou risco à vida da gestante.
Além das pautas trabalhistas e de direitos das mulheres, o ato levanta questões sobre justiça econômica e tributária.
Entre as reivindicações estão a aprovação da isenção do imposto de renda para quem recebe até R$ 5 mil mensais, maior taxação sobre os “super ricos”, manutenção de investimentos públicos em saúde e educação, valorização do salário mínimo, e a redução da taxa básica de juros definida pelo Banco Central.
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