A qualidade de vida em Recife é impactada por problemas como saneamento básico deficiente, insegurança, desigualdade social e dificuldade de acesso a serviços públicos essenciais.
Comunidade do Caranguejo/Recife Crédito: Inês Campelo/Marco Zero Conteúdo
A qualidade de vida em Recife é impactada por problemas persistentes como saneamento básico deficiente, insegurança, desigualdade social e dificuldade de acesso a serviços públicos essenciais. A Comunidade do Caranguejo, em meio aos manguezais da cidade, exemplifica a realidade de muitas áreas urbanas que convivem com a precariedade.
O IPS avalia a qualidade de vida com base em três grandes dimensões: Necessidades Humanas Básicas, Fundamentos do Bem-Estar e Oportunidades. Esses pilares são formados por indicadores como acesso à moradia digna, segurança, educação, saúde, liberdade individual e inclusão social. A proposta do índice é medir o quanto a população realmente sente os benefícios do desenvolvimento, indo além de infraestrutura e investimentos financeiros.
Mesmo entre os municípios pernambucanos, Recife não lidera: Quixaba, no Sertão, aparece como o mais bem avaliado, com média 64. A cidade de apenas 6.755 habitantes se destacou especialmente na escolarização de crianças entre 6 e 14 anos, com índice de 99,2%, segundo o IBGE.
Para o urbanista Marcos Andrade, Recife estar entre as últimas em qualidade de vida no Nordeste “é um reflexo direto do abandono histórico das áreas periféricas e da falta de políticas públicas que priorizem a equidade e o bem-estar real das pessoas”.
A baixa colocação no ranking reforça a necessidade urgente de investimentos estruturais, planejamento urbano com foco social e políticas que promovam qualidade de vida de forma integrada. Enquanto isso, cidades como João Pessoa (67), Teresina (65,76) e Aracaju (65,73) mostram que é possível melhorar os indicadores com estratégias mais eficazes.
A qualidade de vida em Recife segue como um desafio urgente para a gestão pública e a sociedade civil, que precisa pressionar por soluções que coloquem o ser humano no centro do desenvolvimento.
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