Raquel Lyra e João Campos. (Fotos: Divulgação e Beto Dantas/Portal de Prefeitura)
Levantamento realizada pela CONECTA Pesquisas, em parceria com o Instituto OPINDATA, e divulgada pelo site de Jamildo nesta sexta-feira, 5 de dezembro, mostra o cenário para a disputa ao Governo de Pernambuco em 2026 com uma redução na diferença entre o prefeito do Recife João Campos (PSB) e a governadora Raquel Lyra (PSD)
No cenário 1 estimulado, que apresenta uma lista de candidatos ao eleitor, João Campos pontua 45% das intenções de voto, enquanto Raquel Lyra registra 38%, uma diferença de 7,0 pontos percentuais entre os dois.
No levantamento de outubro, João Campos liderava com 53% e Raquel Lyra pontuava 27%, uma diferença de 26 pontos percentuais.
O resultado representa uma retração de 7,6 pontos percentuais para Campos e um avanço de 11,4 pontos percentuais para Lyra em apenas dois meses.
A nova pesquisa CONECTA/OPINDATA também simulou o cenário de segundo turno com o embate direto entre os dois líderes, e os resultados apontam uma diferença de 3 pontos percentuais entre João Campos e Raquel Lyra.
Segundo a projeção atual da pesquisa, João Campos alcança 46% das intenções de voto, e a governadora Raquel Lyra registra 43%.
A diferença de apenas 3 pontos percentuais configura um cenário de virtual empate técnico, visto que a margem de erro da pesquisa é de 0,98 ponto percentual.
No levantamento, foram realizadas 10 mil entrevistas de forma online entre 1 e 5 de dezembro de 2025.
Fonte: Jamildo.com
Pesquisa para o governo de Pernambuco relizada pelo instituto Alfa Inteligência e divulgada pela CNN Brasil em novembro deste ano apresentou no cenário espontâneo empate técnico entre o prefeito do Recife, João Campos (PSB), e a atual governadora Raquel Lyra (PSD).
No cenário espontâneo (onde o próprio entrevistado indica em quem pretende votar, sem que o entrevistador cite nomes), o nome de João Campos atinge 18%. O prefeito da capital pernambucana é seguido por Raquel Lyra, que pontua 16%. Miguel Coelho (União), filho do ex-senador Fernando Bezerra Coelho (MDB), marca 1%.
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Na ação, o clube mineiro alegou que o uso da marca pelo bloco no segmento de entretenimento violaria a Lei da Propriedade Industrial.
O esclarecimento surge em meio a um cenário de forte repercussão nas redes sociais, onde circularam acusações graves e até alegações de que o Hospital da PM estaria prestes a ser fechado.
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