01 de fevereiro de 2024 às 14:55
A governadora Raquel Lyra fez questão de estar presente na volta dos trabalhos da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) nesta quinta-feira, 1º de fevereiro, acompanhada da vice-governadora Priscila Krause e boa parte do secretariado.
Ela discursou no plenário após estender na bancada da tribuna uma bandeira de Pernambuco, e em entrevista coletiva, permaneceu apegada à palavra de ordem: "diálogo".
"É importante dizer que desde o primeiro momento em que ganhamos as eleições, o diálogo com a Assembleia Legislativa, inclusive da legislatura anterior, estava estabelecido. Durante esse ano inteiro [2023], não só com minha presença aqui pessoalmente, mas com o diálogo permanente com os deputados no Palácio, regionalmente, com prefeitos, no debate dos projetos de lei encaminhados pra Assembleia, todos os secretários vieram aqui inúmeras vezes pra fazer as discussões necessárias, com o próprio presidente da Casa, então o diálogo ele precisa ser cada vez mais fortalecido, e a minha vinda aqui tenha certeza que faz parte da minha forma de respeitar os trabalhos da Casa e garantir que a gente possa ter um ano ainda mais exitoso", disse.
O plenário contou com dois terços dos parlamentares presentes. A governadora foi à presença do legislativo estadual uma semana após recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) com uma ação direta de inconstitucionalidade (ADIN) contra trechos da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de Pernambuco em 2024. Os vetos de Raquel à partes da LDO haviam sido derrubados pela Casa.
A Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) respondeu, por meio de nota, sobre a decisão da governadora Raquel Lyra (PSDB) acionar o Supremo Tribunal Federal contra a aprovação da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO).
Alegando inconstitucionalidade e contrariedade ao interesse público, a gestora havia vetado as emendas.
Mas logo em seguida a Alepe, com articulação do presidente da Casa, Álvaro Porto, derrubou os vetos.
Raquel Lyra então recorreu ao Supremo para tentar barrar as medidas novamente, questionando a necessidade de submeter as alterações orçamentárias dos demais poderes ao crivo da Assembleia.
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Segundo o presidente da Alepe, a decisão está relacionada ao que o grupo considera "não cumprimento de compromissos políticos anteriormente assumidos".
O município conquistou o 3º lugar no Estado, considerando as cidades com mais de 100 mil habitantes.
As unidades serão implantadas em Maranguape I, Maranguape II, Paratibe e Janga. Entre elas, a creche de Paratibe está em estágio mais avançado, com as obras já na fase final.
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