12 de março de 2024 às 14:52
O Sindicato dos Trabalhadores da Educação da cidade de Timbaúba (Sintet), na Mata Norte de Pernambuco, organizou um protesto na segunda-feira, 11 de março, em frente à Prefeitura da cidade reivindicando repasses de empréstimos atrasados a meses pelo governo municipal.
De acordo com a categoria, professores e aposentados da Educação Municipal estão tendo seus nomes colocados como inadimplentes nos bancos após o prefeito Marinaldo Rosendo (PP) descontar os valores dos empréstimos consignados dos salários dos servidores e não repassar às instituições bancárias.
"No caso do Banco Santander já está a cinco meses descontando e não repassando ao banco e ontem a Caixa Econômica Federal também bloqueou", disse o presidente do Sintet, Alex Cristophe Silva, apontando que os profissionais ficaram impossibilitados de realizarem qualquer outra contratação de empréstimos consignados.
Os professores dizem que os valores atrasados passam de R$ 3 milhões e, mesmo com a manifestação, a gestão municipal continua em silêncio. Eles prometem fazer mais um ato nesta terça-feira (12), desta vez em frente à Câmara de Vereadores.
O Sindicato dos Servidores Municipais de Timbaúba (Sindset-PE) também se mobilizou e procurou o Ministério Público pedindo providências.
"Entramos para o quinto mês sem esse repasse do município para o Santander, com os servidores precisando renovar seus empréstimos para resolver sua situação financeira. Até o momento a prefeitura não respondeu nenhum de nossos ofícios", disse a presidente do Sindset-PE, Socorro Bezerra.
O Portal de Prefeitura deixa o espaço aberto caso a Prefeitura de Timbaúba queira se posicionar sobre o assunto.
O prefeito de Timbaúba, na Zona da Mata de Pernambuco, Marinaldo Rosendo (PP), passou a ser investigado pela Polícia Federal após o Ministério Público Federal e o Ministério Público de Contas encaminharem denúncias sobre licitações e contratos para aquisição de kit merenda, cestas básicas, materiais de limpeza e medicamentos.
A queixa é baseada no relatório do Tribunal de Contas do Estado, processo nº 21100975-1, que aponta diversas irregularidades desde superfaturamento na ordem de R$ 232.539,20, como conluio entre as empresas que ocorre quando elas estão combinadas para ganharem as licitações do município, numa falsa disputa de preços de mercado.
O MPF também abriu inquérito para apurar indícios de superfaturamento na compra de medicamentos no valor de R$ 197.843,68. Os fatos neste caso também são alvo de questionamento por parte do MPC.
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