Presidente do Encontro Estadual de Maracatus de Baque Solto disse que foi obrigado a reduzir o número de grupos participantes de 40 para 26, na Casa da Rabeca.
Manoel Salustiano denuncia Prefeitura de Olinda por falta de estrutura, banheiro e iluminação Fotos: Rodolfo Kosta / Portal de Prefeitura e Priscilla Melo / DP
O Encontro Estadual de Maracatus de Baque Solto, realizado na tarde da última segunda-feira, 3 de março, no bairro de Tabajara, em Olinda, foi marcado por críticas à Prefeitura do município. De acordo com Manoel Salustiano, presidente do evento e filho do criador do encontro, a falta de estrutura fornecida pela gestão municipal obrigou a organização a reduzir o número de grupos participantes.
Inicialmente, 40 grupos deveriam se apresentar, mas, devido à ausência de iluminação, suporte e banheiros químicos, apenas 26 participaram. Em entrevista ao Diário de Pernambuco, Manoel lamentou a situação e explicou a decisão.
"Hoje aqui vamos receber 26 maracatus, geralmente são 40. Mas, devido à falta de estrutura que não foi mandada pela prefeitura, tivemos que diminuir. Não veio iluminação e não tinha nem banheiro químico, por isso a gente teve que diminuir os grupos para que terminasse mais cedo”
A Prefeitura de Olinda, por meio de nota, afirmou que já realizou a reposição dos banheiros químicos, justificando que a substituição foi necessária por questões técnicas.
Além disso, a gestão informou que recentemente promoveu uma ação de limpeza no trecho entre a PE-15 e a Casa da Rabeca, incluindo a Praça Ilumiara Zumbi. Sobre a reclamação a respeito da iluminação, a Prefeitura não se manifestou.
Texto produzido pelo Diário de Pernambuco.
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Segundo os dados, o crescimento foi impulsionado pela Refinaria Abreu e Lima (Rnest), com destaque para as atividades de coque, derivados de petróleo e biocombustíveis, além da metalurgia.
As inscrições seguem abertas até o dia 26 de maio. Ao todo, estão sendo ofertadas 180 vagas, distribuídas entre os polos de Bezerros, Belém do São Francisco, Limoeiro, Garanhuns, Serra Talhada e Recife
O repasse é referente a uma dívida que a União tem com o Estado e beneficia os profissionais do magistério da educação básica que atuaram na rede estadual de ensino entre os anos de 1997 e 2006.
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