Pedras de crack apreendidas pela PM. Foto: PMPE/Divulgação
Agentes do 4º BPM da PM apreenderam 620 pedras de crack no bairro do Riachão, em Caruaru, na noite do domingo, 23 de fevereiro.
A polícia encontrou a droga, embalada para venda, após dois homens deixarem um pacote cair durante uma ação no local.
O efetivo da PM recebeu a informação sobre a movimentação suspeita e decidiu verificar. Durante a checagem, os policiais localizaram o pacote e, ao abri-lo, confirmaram que se tratava de uma grande quantidade de entorpecentes.
A polícia levou toda a droga para a Delegacia de Plantão de Caruaru, onde adotou as medidas legais cabíveis. A polícia segue investigando para identificar e localizar os responsáveis pela droga.
A polícia apreendeu mais de 30 kg de drogas e 1,2 mil comprimidos de medicamentos usados como entorpecentes durante uma vistoria no presídio de Igarassu, na Região Metropolitana do Recife.
O Sindicato Penais de Pernambuco apresentou a informação no dia 24 de janeiro, e a Secretaria Estadual de Administração Penitenciária (Seap-PE) a confirmou. A ação ocorreu no dia 22 , no pavilhão A, em Igarassu.
Veja o que foi apreendido:
A polícia encaminhou os aparelhos celulares para a gerência de Inteligência de Segurança Orgânica do sistema prisional do Estado.
A polícia conduziu os entorpecentes para a delegacia de Itapissuma, onde as autoridades vão apurar a origem e o destino para capturar os responsáveis.
Em todo o Brasil, no ano de 2024, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu mais de 850 toneladas de drogas, na sua maioria maconha e cocaína. A quantidade das duas drogas apreendidas representa elevação de 21,29% em relação a 2023 (700,34 toneladas).
Além de maconha e cocaína, a PRF retirou de circulação 1,63 tonelada de crack e mais de 859 mil unidades de anfetamina, maior índice de apreensão dessa droga na história.
As apreensões de maconha representam o maior volume dentre os ilícitos apreendidos nas BRs. O entorpecente soma 808 toneladas, 23,23% a mais do que em 2023.
Os estados do Paraná (276,71 toneladas) e do Mato Grosso do Sul (257,83 toneladas) lideram o ranking das apreensões.
A alta nos números, pelo segundo ano consecutivo, se explica por diversas razões, entre elas o modelo de fiscalização, com a análise de risco orientada pela inteligência, o monitoramento constante das principais rotas e a integração com outras forças de segurança federais e estaduais.
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