O resultado mais recente mostra que Pernambuco encerrou julho com saldo positivo de 1.883 empregos com carteira assinada. Com isso, o Estado segue entre os que mais geraram oportunidades formais na região ao longo do ano.
28 de agosto de 2026 às 19:47 - Atualizado às 19:49
Carteira de trabalho. Foto: Reprodução. Arte: Portal de Prefeitura
Pernambuco mantém a terceira posição entre os estados do Nordeste na geração de empregos formais no acumulado de 2026. Segundo dados do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), o Estado chegou a 23.273 novos postos de trabalho entre janeiro e julho deste ano.
O resultado mais recente mostra que Pernambuco encerrou julho com saldo positivo de 1.883 empregos com carteira assinada. Com isso, o Estado segue entre os que mais geraram oportunidades formais na região ao longo do ano.
A terceira colocação já havia sido registrada no acumulado até maio. Naquele período, Pernambuco somava 14.724 novos empregos formais, o equivalente a 17,8% de todo o saldo de vagas geradas no Nordeste. Em maio, especificamente, o Estado havia alcançado a segunda posição regional na geração de postos no mês, com 5.894 vagas, além da sexta colocação no ranking nacional.
Os números de julho, portanto, ampliam o saldo acumulado de Pernambuco no ano e mantêm o Estado na terceira colocação regional quando considerados os sete primeiros meses de 2026.
O desempenho de julho foi impulsionado principalmente pela indústria, responsável pelo maior saldo positivo entre os setores analisados, com 916 novos empregos.
Na sequência, aparecem a agropecuária, com 641 vagas; os serviços, com 418; e a construção, com 265 novos postos. O comércio teve desempenho diferente dos demais segmentos e fechou o mês com saldo negativo de 357 empregos. Entre os municípios, Petrolina apresentou o maior saldo de geração de empregos em julho, com 863 novas vagas. Recife apareceu em seguida, com 482 postos, enquanto Igarassu registrou 268, Caruaru teve 265 e Paulista, 177.
Os dados mais recentes dão continuidade ao cenário positivo observado nos meses anteriores. Em maio, por exemplo, o interior de Pernambuco havia sido responsável por 3.602 das 5.894 vagas criadas naquele mês, correspondendo a 61% do saldo estadual. A Região Metropolitana do Recife respondeu por 2.292 empregos.
Naquele período, Recife liderou entre os municípios, com 1.214 vagas, seguido por Petrolina, com 823, e Jaboatão dos Guararapes, com 515. Sirinhaém e Camutanga também apresentaram resultados positivos, com 344 e 236 postos, respectivamente.
Em relação aos setores, o levantamento referente a maio apontou as Atividades Administrativas e Serviços Complementares como principal motor da geração de empregos, com 1.805 vagas. As Indústrias de Transformação tiveram saldo de 1.428 postos, enquanto a Construção registrou 806 e a Saúde Humana e Serviços Sociais, 717.
O levantamento de maio também mostrou que as mulheres responderam por 3.192 empregos formais, acima do saldo registrado entre os homens, de 2.702 vagas. Desde janeiro de 2023, Pernambuco acumula 207.867 empregos formais, segundo os dados do Novo Caged. O resultado reúne os postos criados no período e reforça a trajetória positiva apontada pelos levantamentos apresentados ao longo de 2026.
A secretária de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco, Danielle Jar Souto, afirmou que o resultado acumulado neste ano demonstra a continuidade da geração de empregos formais no Estado.
“Pernambuco mantém uma trajetória positiva na geração de empregos formais, com mais de 23 mil novos postos de trabalho criados somente neste ano”, declarou.
Segundo a secretária, o desempenho também demonstra a capacidade do Estado de atrair investimentos, movimentar diferentes setores e ampliar as oportunidades para os pernambucanos.
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