DHPP, no Recife. Responsável por investigar crimes. Foto: Bruno Vila Nova/Portal de Prefeitura
Na última quinta-feira, 6 de agosto, uma mulher de 25 anos foi presa em flagrante após tentar jogar o próprio filho, um recém-nascido de apenas três meses, pela janela do apartamento onde moram. O pior só não aconteceu graças à intervenção rápida de vizinhos que conseguiram contê-la e acionar as autoridades.
De acordo com o Conselho Tutelar, a suspeita estava embriagada no momento em que tentou cometer o crime contra a criança, que estava sob seus cuidados.
A Polícia Militar conduziu a mulher até o Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), no Cordeiro, Zona Oeste do Recife, onde foi autuada por tentativa de homicídio. Respeitando o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), a identidade dela não foi revelada para preservar os menores.
O Conselho Tutelar confirmou que a mesma mulher já havia sido alvo de uma denúncia formal no ano de 2024, quando abandonou o seu filho mais velho, que na época tinha apenas 3 anos de idade, trancado e sozinho em casa.
Naquela ocasião, a motivação da mãe para deixar o menino desamparado foi o desejo de ir a um show na noite de Ano Novo. O crime só foi descoberto porque vizinhos atentos perceberam a situação e acionaram o Conselho Tutelar. Devido a essa grave negligência, a guarda daquela criança foi retirada da mãe e transferida para a avó materna, que reside em outro estado.
Mesmo após o episódio de abandono de 2024, a mulher engravidou novamente no ano seguinte. O relacionamento com o companheiro da época deteriorou-se, culminando na separação do casal antes do nascimento do caçula. O bebê de três meses, que quase foi lançado pela janela, não chegou a ser registrado pelo suposto pai.
Após o atentado da última quinta-feira (6), o Conselho Tutelar agiu prontamente para garantir a segurança do recém-nascido. Atualmente, o bebê está sob os cuidados dos pais do suposto genitor.
Paralelamente, o homem foi encaminhado à Defensoria Pública para que seja realizada a investigação formal de paternidade. O Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) foi acionado para informar o desfecho da audiência de custódia da suspeita, mas o caso segue sob rigorosa apuração das autoridades policiais e de proteção à infância.
Texto feito com o auxílio de inteligência artificial.*
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