Emergência Cardiológica no Hospital Agamenon Magalhães. (Foto: Vivian Ramos)
O Governo de Pernambuco entregou, nesta quarta-feira, 30 de setembro, a Emergência Cardiológica do Hospital Agamenon Magalhães (HAM), no Recife, após uma obra de requalificação que ampliou a capacidade de atendimento da unidade.
Com a intervenção, o setor passou de 27 para 45 leitos, um aumento de 18 vagas para pacientes que necessitam de atendimento especializado.
A obra recebeu investimento de R$ 6,9 milhões e foi executada pela Companhia Estadual de Habitação e Obras (Cehab). A intervenção faz parte do conjunto de ações de modernização do Hospital Agamenon Magalhães e contemplou aproximadamente mil metros quadrados de área reformada.
Além da ampliação do número de leitos, o projeto promoveu mudanças na organização dos espaços utilizados durante o atendimento de pacientes. A nova estrutura conta com fluxos internos reorganizados, áreas de isolamento, banheiros acessíveis e postos de enfermagem adequados.
De acordo com a secretária de Saúde de Pernambuco, Zilda Cavalcanti, a requalificação atende a uma antiga solicitação dos profissionais do Hospital Agamenon Magalhães.
A gestora destacou que a intervenção busca proporcionar melhores condições para pacientes, acompanhantes e trabalhadores da unidade.
A reforma também incluiu a renovação de equipamentos e mobiliários utilizados no atendimento. Segundo a diretora-geral do HAM, Ângela Lannia, a modernização estrutural foi acompanhada pela atualização desses itens, com o objetivo de qualificar as condições oferecidas dentro da emergência.
O diretor-presidente da Cehab, Paulo Lira, explicou que os R$ 6,9 milhões correspondem à terceira etapa das intervenções de requalificação realizadas pela companhia no hospital.
O valor contempla, além da Emergência de Cardiologia, a reforma da Emergência de Otorrinolaringologia e dos repousos destinados aos profissionais que trabalham nas emergências.
A ampliação da Emergência Cardiológica aumenta a estrutura disponível para pacientes com doenças cardiovasculares e para casos que exigem atendimento rápido e especializado. A reorganização dos ambientes também foi planejada para melhorar o fluxo de atendimento e as condições de funcionamento das equipes.
Segundo o chefe da Emergência Cardiológica do HAM, Mozart Lacerda, a ampliação dos leitos permite receber e acompanhar de forma mais adequada os pacientes que chegam ao setor, especialmente aqueles que precisam de cuidados contínuos.
O profissional também ressaltou que a reorganização dos espaços beneficia as equipes responsáveis pela assistência de urgência e emergência, ao oferecer ambientes mais adequados para a rotina de trabalho.
A entrega da nova Emergência Cardiológica integra uma série de investimentos realizados pelo Governo de Pernambuco no Hospital Agamenon Magalhães.
As intervenções têm como foco a melhoria da estrutura física e das condições de atendimento em diferentes setores da unidade.
Com a conclusão da reforma, a emergência cardiológica passa a contar com 45 leitos, além de ambientes requalificados para atender pacientes em diferentes níveis de gravidade. A estrutura também reúne espaços de isolamento, banheiros acessíveis e postos de enfermagem reorganizados.
A intervenção busca, dessa forma, atender a duas necessidades do hospital: ampliar a capacidade de assistência e proporcionar melhores condições de trabalho aos profissionais envolvidos no atendimento de urgência e emergência.
A nova estrutura do Hospital Agamenon Magalhães representa uma das etapas das obras de requalificação realizadas na unidade. O investimento de R$ 6,9 milhões inclui intervenções em setores ligados ao atendimento de emergência e espaços destinados aos profissionais que atuam nessas áreas.
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A classificação será prova objetiva e redação, além de exames médicos, teste de aptidão física, avaliação psicológica, investigação social e curso de formação profissional.
A empresa não informou, no material divulgado, valores de bolsa-auxílio ou eventuais benefícios oferecidos aos selecionados.
Segundo informações da assessoria de comunicação da universidade, a suspeita inicial é de que o fogo tenha começado acidentalmente em um forno mufla, equipamento utilizado em procedimentos que exigem o aquecimento de substâncias a temperaturas elevadas.
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