Escola Estadual Cleto Campelo. Foto: Reprodução
Na última quarta-feira, 27 de novembro, três estudantes de uma escola estadual em Gravatá, no Agreste de Pernambuco, detonaram uma bomba caseira no banheiro masculino da unidade. O incidente destruiu um vaso sanitário e danificou parte da porta, mas ninguém ficou ferido.
De acordo com a Polícia Militar, a gestora da escola acionou a equipe policial após perceber a explosão. A análise das câmeras de segurança revelou que três alunos entraram no banheiro antes do ocorrido.
Um dos estudantes confessou ter construído o explosivo como parte de um desafio entre amigos, com o objetivo de realizar “a maior loucura no último dia de aula”. Ele utilizou uma bomba cordão, combinada com um cigarro e fita isolante, para criar um tipo de “bomba-relógio”. Os outros dois colegas foram apontados como colaboradores e acompanharam a explosão de fora do banheiro.
A Secretaria de Educação e Esportes de Pernambuco (SEE) registrou um boletim de ocorrência sobre o incidente na Escola Estadual Cleto Campelo. Os três envolvidos, que são maiores de idade, foram encaminhados à delegacia para prestar depoimento. Após o registro, eles foram liberados.
As aulas na escola seguiram normalmente na quinta-feira (28), como informa a nota da SEE.
"Por serem maiores de 18 anos, os estudantes envolvidos foram encaminhados à delegacia, onde prestaram depoimento e foram liberados. As aulas na escola seguiram normalmente”.
O Colégio Marista São Luís, localizado no bairro das Graças, no Recife, pediu que seus alunos usassem roupas típicas de pessoas negras durante uma mostra de conhecimentos sobre africanidade. Na recomendação enviada aos pais, a escola incluiu imagens sugerindo roupas com estampas étnicas, turbantes e tranças nagô para as meninas, além de pinturas corporais com tinta branca para os meninos.
Segundo o site G1, o texto enviado aos responsáveis pelos alunos do 4° ano do ensino fundamental do colégio informava que os estudantes deveriam se caracterizar para a feira de conhecimento, marcada para o dia 7 de dezembro.
De acordo com Débora Gonçalves, presidente da Comissão de Igualdade Racial da OAB em Pernambuco, a Lei 10.639 de 2003 tornou obrigatório o ensino da história e culturas afro-brasileira e africana em todas as escolas do Brasil.O intuito da lei é valorizar a herança negra, mas, na visão dela, o seu conteúdo nem sempre é interpretado corretamente.
"A gente vive num racismo estrutural que às vezes, infelizmente, as instituições de ensino e outras instituições não sabem interpretar o que essa Lei quer dizer. [...] O mais adequado seria que a escola trouxesse os elementos para esses alunos, mostrasse a cultura, mostrasse o significado de cada traje, de cada roupa que empodera a população negra, do que incentivar que se usasse uma fantasia de negro", disse Débora Gonçalves.
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Segundo a Polícia Federal, não foi identificado qualquer risco ou irregularidade, e os passageiros desembarcaram em segurança na capital pernambucana.
As sugestões para a concessão podem ser enviadas até 23 de março, encerrando a etapa de participação pública.
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