Gasolina mais cara no Grande Recife. Foto: Divulgação
O preço da gasolina voltou a subir no Grande Recife nesta segunda semana de janeiro de 2026 e passou a pesar ainda mais no bolso dos motoristas. Em diversos postos da Região Metropolitana, o litro do combustível já aparece sendo vendido entre R$ 6,73 e R$ 6,77, valor superior ao praticado até o fim de dezembro.
Antes do reajuste recente, os consumidores encontravam a gasolina a cerca de R$ 6,45. A diferença, embora pareça pequena à primeira vista, representa um impacto direto no orçamento de quem depende do carro ou da moto para trabalhar, estudar ou se locomover diariamente.
O aumento chama atenção principalmente quando comparado aos dados oficiais divulgados pela Petrobras. Segundo a estatal, o preço médio da gasolina em Pernambuco está em R$ 6,33. Isso significa que os valores cobrados no Grande Recife superam em até 44 centavos a média estadual.
A situação fica ainda mais evidente quando o recorte se amplia para o cenário nacional. A média do preço da gasolina no Brasil está em R$ 6,22, de acordo com os dados mais recentes. Dessa forma, o valor encontrado em postos da capital pernambucana e cidades vizinhas chega a ultrapassar em mais de 50 centavos o preço médio nacional.
A elevação da gasolina ocorre em um momento sensível do calendário, logo após as despesas típicas do início do ano, como impostos, material escolar e contas acumuladas. Para muitos consumidores, qualquer reajuste no combustível se reflete de forma imediata em outros custos do dia a dia, como transporte por aplicativo, fretes e até preços de alimentos.
No Grande Recife, a dependência do transporte individual em determinadas áreas torna o impacto ainda mais perceptível. Em bairros mais afastados do Centro, onde a oferta de transporte público é limitada, o carro acaba sendo a principal opção de deslocamento. Com a gasolina mais cara, o custo mensal com combustível aumenta de forma rápida.
A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) realiza levantamentos semanais para acompanhar os preços praticados no país. Esses dados servem como referência tanto para órgãos de fiscalização quanto para a população, que tenta identificar se há abusos ou distorções no mercado local.
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Proposta tramita na Alepe e estabelece que, das 6h às 9h e das 17h às 20h, empresas responsáveis pelo transporte público deverão destinar espaços exclusivos para passageiras.
A mobilização está marcada para as 14h desta quinta-feira, 5 de março, na Prefeitura do Recife (PCR).
Entre os atendimentos disponibilizados estão fisioterapia, odontologia e psicoterapia, todos realizados na própria associação.
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