Vereador do Recife Felipe Alecrim. Foto: Bruno Vila Nova/Portal de Prefeitura
A Câmara Municipal do Recife rejeitou, nesta terça-feira, 3 de fevereiro, o pedido de impeachment apresentado pelo vereador Eduardo Moura (Novo) contra o prefeito João Campos (PSB). (Veja vídeo abaixo)
O resultado foi de 25 votos contrários, nove favoráveis e uma abstenção, impedindo a abertura do processo.
Entre os vereadores que votaram a favor da abertura do processo está Felipe Alecrim (Novo), que se posicionou publicamente após a votação. Em nota, ele afirmou que sua decisão foi tomada “com consciência tranquila” e ressaltou que continuará atuando em defesa da fiscalização e da transparência na administração municipal.
“O resultado foi pela rejeição, eu respeito. Mas eu não vou me calar diante do que considero injusto com o Recife. Meu compromisso é com o povo, não com o poder. Eu votei por responsabilidade e por coerência, porque quando existem fatos graves, a Câmara precisa ter coragem de apurar”, disse Alecrim.
Veja vídeo:
O pedido de impeachment de Eduardo Moura surgiu após questionamentos sobre uma nomeação feita pelo prefeito João Campos.
Segundo o documento, a gestão teria nomeado um homem no lugar de um candidato aprovado com deficiência (PCD) em concurso público, o que teria configurado suposta irregularidade administrativa.
Apesar do posicionamento de Alecrim e de outros oito vereadores que também votaram a favor do impeachment, a maioria da Câmara entendeu que não havia elementos suficientes para abrir o processo.
Entre os parlamentares que barraram a proposta estão Aderaldo Pinto (PSB), Cida Pedrosa (PCdoB), Chico Kiko (PSB) e Felipe Francismar (PSB), entre outros. Houve ainda uma abstenção, registrada pelo vereador Jo Cavalcanti (PSOL).
Felipe Alecrim destacou que, mesmo com a rejeição do pedido, continuará fiscalizando a gestão municipal e cobrando transparência.
“A luta continua. A fiscalização continua. E eu vou seguir firme, cobrando transparência e respeito ao recifense”, afirmou.
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A iniciativa surge em um momento em que os estoques de sangue costumam diminuir, enquanto a demanda hospitalar continua elevada.
O estudo busca medir a percepção da população sobre a atuação das administrações municipais, com base em critérios definidos pela própria instituição responsável pela pesquisa.
Os índices elevados podem provocar aumento no nível de rios e canais, além de alagamentos em áreas mais vulneráveis.
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