Dentre as reivindicações, estão o pagamento do piso e o cumprimento com a Convenção Coletiva de Trabalho.
07 de novembro de 2024 às 08:23 - Atualizado às 08:58
Em GREVE por tempo indeterminado, Técnicos de Enfermagem da Hapvida protestam com CAIXÃO. Foto: Reprodução/Instagram.
Os Técnicos de Enfermagem da Hapvida realizaram mais um dia de greve, na quarta-feira, 6 de novembro. Com um caixão, os trabalhadores "sepultaram" a má administração da empresa e estão em luto para que cumpra com a Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) e com o pagamento do piso.
O movimento paredista continua nesta quinta (7), em frente ao Hospital Ilha do Leite, no Recife, a partir das 7h.
A greve foi declarada não abusiva após sessão extraordinária no Tribunal Regional do Trabalho da 6ª Região, solicitada pela Hapvida.
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A relatora do processo, desembargadora Ana Cláudia Petruccelli, julgou improcedente o pedido e declarou a não abusividade da greve promovida pelos profissionais e o cumprimento da CCT.
Além disso, também determinou que não haverá corte de salários, "considerando antisindical qualquer conduta que configure represália ao movimento grevista".
O presidente do Sindicato Profissional dos Auxiliares e Técnicos de Enfermagem de Pernambuco (Satenpe), Francis Herbert, denunciou a continuidade da Hapvida em contratar profissionais por meio de empresas terceirizadas, precarizando os vínculos trabalhistas e o repasse dos valores aos funcionários abaixo do salário mínimo.
"No próprio TRT da 6ª Região, houve mediação sobre a Convenção Coletiva de Trabalho e, agora, a legalidade da greve. Mesmo assim, a empresa ainda não informou um prazo para resolver essas reivindicações. É dessa forma que a Hapvida mostra para toda a sociedade o verdadeiro tratamento com os Técnicos de Enfermagem. Essa luta, que cresce a cada dia, não vai parar. Continuamos firmes para cobrar mais respeito e reconhecimento", afirmou.
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A proposta do projeto é incentivar o acesso à educação, à cultura e à arte por meio de experiências fora da sala de aula.
Uma empresa especializada realizará o serviço, que utilizará 425 quilos de explosivos, 200 quilos a menos do que na última detonação, realizada em 21 de março.
A formação é reconhecida nacionalmente, capacita profissionais para atuação segura em espetáculos com fogos de artifício.
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