Entre as vítimas, profissionais de comunicação que também tiveram alguns equipamentos furtados enquanto acompanham o caso na frende da Colônia Penal Bom Pastor.
Deolane sendo carregada na saída do Bom Pastor. Foto: Reprodução/Redes sociais
Jornalistas que faziam a cobertura, na frente da Colônia Penal Feminina do Bom Pastor, da soltura da advogada e influenciadora Deolane Bezerra na última segunda-feira, 9 de setembro, relataram terem sido furtados no meio da multidão que estava no local. Segundo os profissionais, cerca de seis celulares e outros materiais de trabalho, como cartões de memória, foram levados.
De acordo com os relatos das vítimas, o furto ocorreu durante a saída de Deolane do presídio, quando houve empurrões e tumulto na tentativa de gravá-la.
"Meu celular estava no bolso, quando senti que ele estava colocando a mão no meu bolso eu peguei o aparelho e coloquei ele na mão junto com outro celular que era o meu pessoal e o Power Bank, ele tentou puxar da minha mão foi quando eu puxei de novo e fiz proteção com o corpo para ele não levar. Meus bolsos ficaram todos para fora. O balanço foi de 6 celulares de colegas roubados durante a saida de Deolane. Até o repórter do Estadão que veio de São Paulo foi vítima. Teve colega que teve cartão de memória levado também" relatou o repórter Rodrigo de Luna da Tv Guararpes.
Às vítimas registraram boletim de ocorrência nadelegacia da varzea, no Recife.
A advogada e influenciadora Deolane Bezerra foi presa novamente na tarde desta terça-feira, 10 de setembro, após descumprir medidas judiciais estabelecidas para que pudesse cumprir prisão domiciliar. As informações foram confirmadas pela Polícia Civil.
A decisão de prender novamente a advogada ocorre porque ela violou uma ordem judicial assim que saiu do presídio. O desembargador Eduardo Guilliod Maranhão havia estipulado condições para sua liberação, incluindo a proibição de manifestações em redes sociais ou declarações à imprensa.
No entanto, ao deixar a prisão, Deolane conversou com jornalistas que aguardavam na entrada da unidade prisional, desrespeitando a restrição imposta.
Vale lembrar que a concessão da liberdade de Deolane Bezerra foi condicionada à instalação de uma tornozeleira eletrônica, conforme o artigo 318A do Código Penal, que é medida respaldada por um habeas corpus coletivo do Supremo Tribunal Federal (STF), de 2018, que permite substituir a prisão preventiva por domiciliar para gestantes, lactantes, mães de crianças de até 12 anos ou responsáveis por pessoas com deficiência.
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