Pesquisa DataFolha Governo de Pernambuco Arte: Portal de Prefeitura
A pesquisa Datafolha em Pernambuco divulgada nesta sexta-feira (21) mostra a governadora Raquel Lyra (PSD) com 47% das intenções de voto para o Governo de Pernambuco. O ex-prefeito do Recife João Campos (PSB) aparece na sequência, com 40%.
O levantamento foi realizado entre os dias 18 e 21 de agosto e ouviu 1.204 eleitores em diferentes regiões do estado. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
O levantamento foi contratado pela TV Globo e pelo jornal Folha de S.Paulo e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número PE-01528/2026.
A pesquisa é a primeira realizada após o início oficial da campanha eleitoral, em 16 de agosto.
No cenário estimulado, quando os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados, Raquel Lyra aparece com 47%, enquanto João Campos registra 40%.
Os demais candidatos aparecem com percentuais menores. Ivan Moraes (PSOL), Renan Hallais (Missão), Camila Falcão (UP) e Guilherme Fonseca (PSTU) têm 1% cada.
Victor Assis (PCO) e Professor Jeremias do Banco (Democrata) aparecem com 0%.
Entre os entrevistados, 5% afirmaram que votariam em branco, nulo ou em nenhum dos candidatos. Outros 4% ainda não sabem em quem votar.
Considerando a margem de erro de três pontos percentuais, os números devem ser interpretados dentro de uma faixa de variação. O levantamento, portanto, retrata o cenário eleitoral no período em que as entrevistas foram realizadas.
O Datafolha também perguntou aos eleitores em quem pretendem votar sem apresentar uma lista de candidatos. Nesse cenário espontâneo, Raquel Lyra aparece com 39%, enquanto João Campos registra 26%.
A pesquisa mostra ainda 25% de eleitores indecisos nesse formato. Outros percentuais foram distribuídos entre diferentes respostas, incluindo menções a outros nomes.
O resultado espontâneo costuma ser utilizado para identificar o grau de lembrança dos candidatos entre os eleitores, já que os entrevistados precisam indicar uma preferência sem receber previamente os nomes que disputam a eleição.
O levantamento também mediu a rejeição dos candidatos ao Governo de Pernambuco. Nesse quesito, João Campos aparece com 32%, enquanto Raquel Lyra registra 29%.
Na sequência, Renan Hallais tem 20% de rejeição; Guilherme Fonseca, 18%; Ivan Moraes, 17%; e Victor Assis, 16%.
Professor Jeremias do Banco e Camila Falcão aparecem com 12% cada.
Os entrevistados também puderam afirmar que não rejeitam nenhum candidato ou que não votariam em nenhum dos nomes apresentados.
A rejeição é um dos indicadores acompanhados durante a campanha porque mostra a parcela do eleitorado que declara resistência a determinados candidatos. O percentual, no entanto, não representa necessariamente o resultado final da eleição.
Além da corrida pelo Governo de Pernambuco, o Datafolha pesquisou a disputa pelas duas vagas do estado no Senado Federal que estarão em jogo nas eleições de outubro.
No cenário estimulado considerando os votos totais, Marília Arraes (PDT) aparece com 15%, seguida por Humberto Costa (PT), com 14%; Mendonça Filho (PL), com 12%; e Eduardo da Fonte (PP), com 11%.
Túlio Gadêlha (PSD) registra 5%. Outros candidatos aparecem com percentuais entre 0% e 2%. O levantamento aponta ainda 23% de eleitores que declararam voto em branco, nulo ou em nenhum dos nomes, enquanto 14% estão indecisos.
Como cada eleitor poderá escolher dois nomes para o Senado, o Datafolha também apresentou os resultados separadamente para a primeira e a segunda vaga.
Na primeira vaga, Marília Arraes aparece com 17%, Humberto Costa com 16%, Mendonça Filho com 14% e Eduardo da Fonte com 10%.
Já na segunda vaga, Marília Arraes, Eduardo da Fonte e Humberto Costa aparecem empatados numericamente, com 12% cada. Mendonça Filho registra 9%.
Os números fazem parte do retrato eleitoral captado pelo instituto entre 18 e 21 de agosto, em um momento inicial da campanha para as eleições de 2026.
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Em abril, João Campos tinha 50% das intenções de voto, contra 38% de Raquel Lyra. Agora, quatro meses depois, o ex-prefeito aparece com 40%, enquanto a governadora chegou a 47%.
O levantamento ouviu 1.204 pessoas entre os dias 18 e 21 de agosto. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.
As remunerações variam entre R$ 3.181,39 e R$ 5.215,39, além de auxílio-alimentação de R$ 1.192. As jornadas podem ser de 20 a 40 horas semanais, dependendo da função.
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