Lula e Concurso Público Foto: Ricardo Stuckert/PR
O Ministério da Educação (MEC) anunciou, em janeiro de 2025, a criação da Prova Nacional Docente (PND), também conhecida como CNU, com o objetivo de padronizar e otimizar o processo seletivo de professores em todo o Brasil. A partir de 2025, os municípios terão a opção de adotar a PND como parte do concurso público para a contratação de docentes.
Componente de Formação Geral: 27 questões de múltipla escolha, abordando conhecimentos essenciais para a prática pedagógica.
A adesão dos municípios será aberta em fevereiro de 2025, e até junho do mesmo ano, as prefeituras poderão divulgar seus editais especificando como a nota obtida na PND será utilizada no processo seletivo. A pontuação poderá ser considerada como critério único ou combinada com outras etapas, como provas práticas.
A PND será aplicada anualmente pelo Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira) e será baseada no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) para licenciaturas. O objetivo dessa prova nacional é simplificar o processo seletivo, reduzir custos e melhorar a qualidade da formação docente, promovendo um processo mais transparente e eficiente para os municípios.
Com a criação da PND, o MEC busca aumentar a presença de professores nas redes públicas de ensino, especialmente nas regiões com escassez de profissionais, tornando o processo de seleção mais acessível e organizado.
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O certame terá validade de dois anos a partir da homologação do resultado final, e a Prefeitura poderá prorrogar esse prazo por igual período.
O candidato poderá solicitar isenção caso esteja inscrito no CadÚnico ou seja doador de medula óssea.
O certame prevê vagas imediatas e formação de cadastro reserva para profissionais com níveis médio, técnico e superior.
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