Professores criticam João Campos. (Fotos: Reprodução/ Redes Socais e Portal de Prefeitura)
A nomeação dos professores aprovados no concurso da rede municipal do Recife, realizado em 2023, está gerando críticas da categoria, pois o prefeito João Campos zerou o cadastro de reserva dos professores I (polivalentes), mas não adotou o mesmo critério em relação aos professores II, das disciplinas específicas.
Profissionais relatam que cerca de 64 docentes, entre professores de Geografia, Artes, Inglês, entre outras áreas, ficaram de fora da lista divulgada, gerando transtornos, insegurança e profundo descontentamento entre os aprovados, sobretudo após a própria Prefeitura ter se comprometido publicamente a convocar todo o cadastro de reserva dos professores I e II.
Os concurseiros agora pedem esclarecimento público sobre os critérios utilizados para as convocações e sobre a real existência de vagas por disciplina.
Os docentes também cobram a divulgação imediata de um calendário oficial de convocação, com datas, critérios e quantitativo de vagas por disciplina, garantindo previsibilidade, segurança jurídica e respeito aos aprovados no concurso.
Por fim, os professores pedem que a Prefeitura do Recife e o Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE) se pronunciem oficialmente sobre o ocorrido e adotem providências imediatas.
A Prefeitura do Recife (PE) publicou novas portarias de nomeação para cargos efetivos da Secretaria de Educação, reforçando a Rede Municipal de Ensino e avançando na política de educação pública inclusiva e de qualidade. As nomeações decorrem dos concursos regidos pelos editais nº 001/2023 e nº 002/2024, homologados em 2023 e 2025, respectivamente.
De acordo com o site Jaula Cursos, as convocações consideram vagas não preenchidas em nomeações anteriores e a necessidade de atender à expansão da rede municipal, formalizada por demanda administrativa da SEDUC.
Ao todo, estão sendo convocados mais de 500 novos profissionais, entre professores e Auxiliares de Apoio ao Desenvolvimento Educacional Especial (AADEE).
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O certame terá validade de dois anos, contados a partir da homologação do resultado final. A prefeitura poderá prorrogar o prazo por mais dois anos.
Além disso, policial entrega celulares adaptados para candidatos que contrataram o esquema.Os aparelhos permitiam comunicação durante as provas sem serem identificados por detectores de metal.
A relação oficial saiu no Diário Oficial do Estado nesta sexta-feira, 27 de março, um dia após a divulgação do resultado final.
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