A fala de Senzeluanji, causou um choque nas redes sociais, dividindo opiniões na internet.
25 de fevereiro de 2025 às 12:38 - Atualizado às 13:56
Em vídeo, mãe de santo diz que não tem como separar Carnaval e o Samba do candomblé. Foto: Arte/Portal de Prefeitura
Um vídeo divulgado nas redes sociais, na segunda-feira, 24 de fevereiro, por uma mãe de santo, conhecida como Mama Senzeluanji, revelou que não tem como separar carnaval e o samba do candomblé.
A fala de Senzeluanji, causou um choque nas redes sociais, dividindo opiniões na internet. No vídeo, a mãe de santo deixa claro que não tem como separar as festas carnavalescas das culturas de matriz africana.
“A verdade é que o Carnaval não apenas aceita, mas celebra as matrizes africanas e indígenas porque, pasmem, o Brasil é um país preto, indígena e mestiço. A cultura popular tem raízes fincadas nos terreiros de Candomblé, nos templos de Umbanda, nos cultos de Jurema e nas práticas do Catimbó”, escreveu Senzeluanji.
Ainda de acordo com Mama Senzeluanji, conforme outras datas festivas tem suas crenças e culturas, o carnaval também tem suas crenças.
da mesma forma que o Natal pertence aos cristãos, e a páscoa pertence aos judeus e os Ramadã aos Muçulmanos, o carnaval é uma expressão máxima do povo de terreiro.
Mama Senzeluanji, é o nome religioso da Dra. Vanessa Scroback, que também é uma autoridade no Candomblé Kongo-Angola e farmacêutica bioquímica com especializações em neurociência, psicologia positiva e mindfulness.
Senzeluanji tem dedicação à filosofia bantu, ela lidera a Nzo Matamba Mankulu - Casa de Candomblé, unindo ciência e espiritualidade. No local ela promove Medicina Tradicional de Terreiro como uma abordagem poderosa para cura física, mental e espiritual.
2
4
14:18, 13 Fev
26
°c
Fonte: OpenWeather
No campo eleitoral, esse grupo tem peso estratégico relevante, especialmente em disputas nacionais.
Parlamentar afirma que empresa terceirizada descumpriu direitos trabalhistas durante contrato com a Prefeitura do Recife.
Fala do religioso sobre carnaval volta a circular nas redes sociais e provoca debate sobre fé e celebração popular.
mais notícias
+