Proposta para vasculhar uma nova área no sul do Oceano Índico foi apresentada pela empresa de exploração Ocean Infinity.
21 de dezembro de 2024 às 14:40 - Atualizado às 14:57
A empresa receberá US$ 70 milhões caso os destroços encontrados sejam substanciais. Foto: Arte/Portal de Prefeitura
Na sexta-feira, 20 de dezembro, o governo da Malásia afirmou que irá retomar as buscas pelos destroços da aeronave que desapareceu com 239 pessoas a bordo, em março de 2014, de acordo com a agência de notícias Reuters.
A informação foi confirmada pelo ministro dos Transportes do país, Anthony Loke.
O voo MH370 da Malaysia Airlines desapareceu 40 minutos após a decolagem, em Kuala Lumpur, na Malásia — as condições meteorológicas eram consideras boas no momento do desaparecimento. O sumiço repentino do avião, ainda hoje, é um dos maiores mistérios da aviação mundial.
Segundo o ministro, a proposta para buscar em uma nova área no sul do Oceano Índico foi apresentada pela empresa de exploração Ocean Infinity, que também conduziu a última busca pela aeronave, encerrada em 2018.
A empresa receberá US$ 70 milhões caso os destroços encontrados sejam substanciais, disse Loke em uma coletiva de imprensa.
“Nossa responsabilidade, obrigação e compromisso são com os familiares das vítimas”, afirmou ele.
“Esperamos que desta vez seja positivo, que os destroços sejam encontrados e que possamos dar um desfecho às famílias.”
Os investigadores malaios inicialmente não descartaram a possibilidade de que a aeronave tenha sido desviada deliberadamente de sua rota. Destroços, sendo alguns confirmados, foram encontrados ao longo da costa da África e em ilhas do Oceano Índico.
Mais de 150 passageiros chineses estavam no voo, e seus parentes exigem indenização da Malaysia Airlines, da Boeing, da fabricante de motores Rolls-Royce e do grupo de seguros Allianz, entre outros.
A Malásia contratou a Ocean Infinity em 2018 para buscar no sul do Oceano Índico, oferecendo pagar até US$ 70 milhões caso a aeronave fosse encontrada, mas a empresa falhou em duas tentativas.
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Durante a abordagem, os militares encontraram, no interior do veículo, duas submetralhadoras, duas pistolas, munições, balaclavas e uma máscara.
O julgamento virtual do caso começou na semana passada e foi finalizado nesta sexta-feira, 18 de setembro. Em junho deste ano, Eduardo foi condenado pelo crime de coação no curso do processo.
No modelo tradicional, o equipamento registra a velocidade do veículo no momento em que ele passa pelo radar. Já no sistema de velocidade média, são utilizados dois pontos de monitoramento.
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