Na noite do dia 24 de dezembro, a agente de saúde estava no banco de trás do carro da família, ao lado do irmão mais novo, quando foi atingida.
03 de janeiro de 2025 às 09:46 - Atualizado às 09:56
Agente de saúde Juliana Leite Rangel, de 26 anos. Foto: Arte/Portal de Prefeitura
Com a sedação suspensa na quinta-feira, 2 de janeiro, a agente de saúde Juliana Leite Rangel, de 26 anos, mostra uma evolução em seu estado, segundo boletim médico do Hospital municipalizado Adão Pereira Nunes.
De acordo com o hospital, Juliana já interage com o ambiente, apresenta nível de consciência em progresso e responde a estímulos.
"Minha filha, graças a Deus, está abrindo os olhos. Eu já disse "eu te amo" tantas vezes, e ela me respondeu com os lábios que me ama. Minha filha é um milagre. Todos os médicos dizem que ela é um milagre. O tiro arrancou um pedaço da orelha dela, mas os médicos disseram que, quando ela estiver melhor, vão fazer uma cirurgia plástica para recolocar o pedaço ", contou Dayse Rangel, mãe de Juliana, que visita a filha diariamente na unidade hospitalar.
Na noite do dia 24 de dezembro, a agente de saúde estava no banco de trás do carro da família, ao lado do irmão mais novo, de 17 anos, e da namorada dele.
Na frente, estavam a mãe da agente de saúde, Dayse Rangel — no carona, com o cachorro de estimação no colo —, e o pai da jovem, Alexandre da Silva Rangel, que conduzia o veículo.
Ele chegou a ser ferido por um disparo na mão esquerda, mas não precisou ficar internado. Todos seguiam para Niterói, na Região Metropolitana do Rio, onde passariam o Natal com parentes.
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O alerta foi divulgado na ultima quinta-feira (12) pela agência estatal KCNA.
Ela sustentou que sofreu abalo moral, psicológico e dano à integridade física em razão do atendimento médico.
No campo eleitoral, esse grupo tem peso estratégico relevante, especialmente em disputas nacionais.
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