A influenciadora explicou que a convivência com Ivis é única e exclusivamente por causa da menina.
08 de março de 2025 às 09:12 - Atualizado às 09:43
DJ Ivis e Pamella Holanda Reprodução/Internet
DJ Ivis e Pamella Holanda voltaram a alimentar boatos nas redes sociais de que teriam se reconciliado, três anos após o artista agredir a ex-esposa.
Os dois estão viajando em família e, em um carrossel de fotos, o homem mostrou que estava ao lado da influenciadora e ambos estavam sorrindo.
Apesar de não ter fotos só com os dois juntos, o post traz um único registro deles próximos, mas ao lado de outras pessoas da família.
A filha deles, Mel, de quatro anos de idade, também está na viagem. Entretanto, eles ainda não se manifestaram sobre a atual relação deles.
Essa, entretanto, não é a primeira vez que os dois aparecem juntos e são alvos de boatos de uma possível reconciliação. A aparição ocorreu na comemoração dos quatro anos de Mel Hollanda, filha de DJ Ivis e Pamella Holanda.
No Instagram, Ivis publicou registros da comemoração, inclusive a foto com Pamella. “Os 4 anos da princesa do papai”, escreveu na legenda.
À época, a influenciadora explicou que a convivência com Ivis é única e exclusivamente por causa da menina.
“Temos uma relação muito boa. Isso é algo que acredito ser muito mérito meu, de saber conduzir, saber ceder e ter maturidade. Mas, sem deixar me impor. Nosso casamento acabou, mas ainda temos uma filha. Nunca tinha falado sobre como é a minha relação, porque só cabe a mim e a ele”, declarou
O presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro Humberto Martins, negou pedido para revogar a prisão preventiva do músico Iverson de Souza Araújo, conhecido como DJ Ivis que foi detido na última semana depois de agredir a ex-mulher.
O habeas corpus não foi ajuizado pela defesa de Ivis, mas por um perito judicial. Por isso, diz Martins, aceitar a solicitação pode acabar comprometendo a linha defensiva do DJ.
“Nessas situações, um eventual julgamento precipitado pode comprometer a linha de defesa que venha sendo desenvolvida pelo próprio acusado e seus advogados constituídos, resultando em prejuízo manifesto ao ora paciente”, afirma o presidente do STJ.
Ainda segundo o ministro, não ficou demonstrado que o STJ tem competência para apreciar o caso, já que o HC pode ter chegado à Corte sem passar pelas instâncias inferiores.
“Inexiste nos autos documentos demonstrando a real situação do ora paciente. Não é possível saber sequer se o Superior Tribunal de Justiça é competente para apreciar o pedido, pois não há notícia de que o tribunal de origem tenha examinado as questões ora alegadas”, diz Martins.
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