Os dados do novo levantamento é da Quaest, e foram divulgados na manhã desta quarta-feira, 26 defevereiro.
26 de fevereiro de 2025 às 10:00 - Atualizado às 10:30
Lula tem desaprovação em Pernambuco e em 6 estados. Foto:Reprodução/Agência Brasil
Pela primeira vez, o índice de desaprovação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), superou a taxa de aprovação nos estados de Pernambuco e Bahia, onde o petista venceu as eleições presidenciais de 2022.
Sendo assim, com 66,9% e 72,12% dos votos válidos, respectivamente. Os dados do novo levantamento é da Quaest, divulgados na manhã desta quarta-feira, 26 defevereiro.
No estado pernambucano, a desaprovação foi de 33% para 50% de dezembro de 2024 para fevereiro de 2025, um aumento de 17%. Já aprovação foi de 66% para 49% no mesmo período, uma queda de 16 pontos. Na Bahia, a desaprovação subiu 18 pontos, chegando a 51%, enquanto a aprovação caiu 19 pontos, batendo os 47%.
Na região Sudeste do país, a Quaest realizou pesquisas em três estados: Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo. No estado mineiro, a desaprovação é de 63% ao governo Lula, um aumento de 16 pontos do que foi registrado em dezembro de 2024. A aprovação, por sua vez, saiu de 52% para 35%.
No Rio de Janeiro, 64% desaprovam e 35% aprovam o governo Lula. Em São Paulo, 69% desaprovam, um aumento de 14 pontos em relação à pesquisa anterior, e 29% aprovam, uma queda de 14 pontos.
Em Goiás, no Centro-Oeste do país, a desaprovação subiu 14 pontos, saindo de 56% para 70%, o maior índice de reprovação entre os estados. Paralelamente, a aprovação caiu 13 pontos: de 41% para 28%. No Rio Grande do Sul e no Paraná, ambos estados da região Sul do país, Lula tem 66% de desaprovação e 33% de aprovação entre os gaúchos e 68% de desaprovação e 30% de aprovação entre os paranaenses.
A Quaest entrevistou 10.442 brasileiros com 16 anos ou mais entre os dias 19 e 23 de fevereiro. A margem de erro varia de dois a três pontos percentuais, e o índice de confiança é de 95%.
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O alerta foi divulgado na ultima quinta-feira (12) pela agência estatal KCNA.
Ela sustentou que sofreu abalo moral, psicológico e dano à integridade física em razão do atendimento médico.
No campo eleitoral, esse grupo tem peso estratégico relevante, especialmente em disputas nacionais.
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