Esse apontamento demonstra um crescimento de 3,7 pontos percentuais na comparação com 2022, quando a parcela de evangélicos era de 32,1%.
10 de fevereiro de 2025 às 10:47 - Atualizado às 10:49
Lula pode ter candidatura ameaçada. Foto:Reprodução/Lula
A população brasileira pode ser tornar mais conservadora nos próximos anos. Um estudo realizado pela Mar Asset Management revelou que 35,8% dos brasileiros serão evangélicos em 2026, no ano da próxima eleição presidencial.
Um cresciemento de 3,7 pontos percentuais em comparação com o ano de 2022.
Esse apontamento demonstra um aumento de 3,7 pontos percentuais na comparação com 2022, quando a parcela de evangélicos era de 32,1%. Ainda de acordo com a análise, essa alta pode ameaçar a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
A diminuição das chances de vitória do presidente Lula diante do crescimento do número de evangélicos decorre do fato de que essa fatia do eleitorado tem forte oposição ao PT e costuma votar em nomes mais alinhados ideologicamente à direita e aos valores conservadores no país.
Um estudo indicou ainda que, até as eleições de 2018, a avaliação dos evangélicos sobre os presidentes não era muito diferente daquela indicada pelos não evangélicos.
No entanto, o apelo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) aos valores do grupo fez isso mudar. Durante o mandato do líder conservador, os evangélicos o avaliavam mais positivamente do que os não evangélicos.
Ainda de acordo com a análise da Mar Asset Management, também identificou que, na última década, houve uma clara migração do voto dos brasileiros para a direita.
Os partidos desse espectro político receberam 43% dos votos em 2024, contra menos de 20% em 2012.
Sendo assim, as siglas de centro, por sua vez, mantiveram a mesma proporção de 2004. A esquerda, por outro lado, despencou, de 37,8% em 2004, para 20,5% em 2024.
Com informações do Pleno News.
3
17:22, 13 Fev
25
°c
Fonte: OpenWeather
No campo eleitoral, esse grupo tem peso estratégico relevante, especialmente em disputas nacionais.
Parlamentar afirma que empresa terceirizada descumpriu direitos trabalhistas durante contrato com a Prefeitura do Recife.
Fala do religioso sobre carnaval volta a circular nas redes sociais e provoca debate sobre fé e celebração popular.
mais notícias
+