Culto termina em confusão após pastor tentar confessar traição a fiéis em Joinville. Foto: Divulgação/ND
O que era para ser um culto de reconciliação e humildade se transformou em confusão generalizada na noite de domingo (29), em Joinville (SC). O pastor Ailton da Silva Novaes, líder da Igreja Imagem e Semelhança, tentou fazer uma confissão pública de traição à esposa e aos fiéis, mas foi interrompido por membros da igreja, gerando tumulto e a necessidade de intervenção da Polícia Militar.
“Eu fui para a igreja conversar com os irmãos, expor e falar sobre o meu pecado. Quando comecei a falar, duas pessoas incitaram a confusão e tudo saiu do controle”, declarou o pastor, em vídeo divulgado na manhã desta segunda-feira (30). No depoimento, ele confirmou ter cometido adultério contra sua esposa, a pastora Cintia Carla Silva Novaes, com quem é casado há 23 anos.
O vídeo, gravado ao lado da esposa, foi uma tentativa de esclarecer os acontecimentos e afastar outras suspeitas que surgiram após a crise, incluindo denúncias de uso indevido do dízimo e até lavagem de dinheiro. “O único pecado que cometi foi o adultério. O carro é meu, não foi comprado com dinheiro da igreja”, defendeu-se Ailton, negando que tenha comprado bens para a suposta amante com recursos eclesiásticos.
A pastora Cintia também se pronunciou, relatando que descobriu a traição dias antes, por meio de mensagens em seu celular. “Imaginem como estou me sentindo. Mas o que pude fazer foi orar”, disse ela, emocionada. Apesar da dor, afirmou que perdoou o marido. “Liberar o perdão não apaga a dor, mas é o que Deus colocou no meu coração.”
O casal também comentou que está avaliando se deixará a liderança da igreja, diante do abalo na comunidade religiosa. “Ainda estamos decidindo o que fazer, mas sabemos que esse momento é um divisor de águas para nossa vida e ministério”, disse o pastor.
O caso gerou forte repercussão nas redes sociais, dividindo opiniões entre fiéis que apoiam o arrependimento do pastor e outros que exigem sua saída imediata da liderança. O episódio reabre debates sobre vulnerabilidade, perdão e o papel público de líderes religiosos diante de erros pessoais.
Da redação do Portal com informações do NDR
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Segundo as investigações, o homem atraía as vítimas para tomar um drink depois do trabalho. No encontro, ele as dopava misturando substâncias em bebidas.
Ele estava internado no Hospital João XXIII, quando atentou contra a própria vida enquanto estava custodiado pela polícia.
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