Governo adota nova diretriz que permite negar vistos a candidatos com doenças crônicas. Créditos: Reprodução
Em um pronunciamento que reacende tensões no continente, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta segunda-feira (17) que “nada está descartado” quando o assunto é a crise venezuelana, incluindo a possibilidade de enviar tropas ao país vizinho. A declaração reforça a ameaça de Trump de enviar tropas à Venezuela, repetida mais de uma vez durante a conversa com jornalistas na Casa Branca.
Segundo o presidente, a ação militar seria uma resposta ao que ele descreve como um fluxo de “centenas de milhares de pessoas das prisões da Venezuela” entrando ilegalmente nos EUA, uma afirmação que ele já havia feito durante sua campanha eleitoral, sem apresentar provas.
“Temos que dar um jeito na questão da Venezuela”, afirmou Trump. “Nada está descartado.”
O governo americano considera Nicolás Maduro líder do Cartel de los Soles, grupo que Trump classifica como uma organização narcotraficante internacional. Meses antes, seu governo aprovou uma resolução que equipara organizações de tráfico de drogas a grupos terroristas, ampliando, na prática, as possibilidades legais de ação militar.
Durante a mesma coletiva, Trump também foi questionado sobre a hipótese de ordenar bombardeios contra o México para interromper o tráfico de drogas.
Sua resposta foi direta: “Tudo bem por mim.”
O presidente ainda declarou que “destruiria com orgulho” fábricas de cocaína na Colômbia, embora tenha ponderado que não estava anunciando nenhuma operação específica.
Essas declarações elevam o tom beligerante da política externa americana e reforçam a estratégia de Trump de focar na retórica antidrogas que, segundo analistas, mira mais o eleitorado interno do que resultados práticos imediatos.
As ameaças de Trump acontecem dias após o anúncio da chegada do USS Gerald R. Ford, maior porta-aviões do mundo, à área de operações da América Latina. O navio, segundo a Marinha dos EUA, apoiará ações para “desmantelar organizações criminosas transnacionais”.
A presença militar americana na região inclui navios de guerra, caças, helicópteros de operações especiais e bombardeiros estratégicos. Nos últimos dois meses, mais de 20 embarcações foram atacadas em operações contra grupos rotulados como narcoterroristas, resultando em mais de 70 mortes.
Além de acusações públicas, os EUA elevaram para US$ 50 milhões a recompensa por informações que levem à prisão ou condenação de Maduro. Segundo reportagem da revista The Atlantic, o líder venezuelano estaria disposto a negociar uma saída do poder em troca de anistia e garantias de segurança no exílio informação não confirmada por Caracas.
A ameaça de Trump enviar tropas à Venezuela marca um novo capítulo da disputa entre Washington e Caracas. O aumento da presença militar no Caribe, somado às declarações do presidente americano sobre ações contra México e Colômbia, aprofunda a preocupação internacional com uma possível escalada militar na região.
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