De acordo com a assessoria do magistrado, ele estava trabalhando de cabeça baixa enquanto aguardava a decolagem da aeronave. A mulher entrou e afirmou, aos gritos, que o avião "estava contaminado".
Ministro Flávio Dino. Foto: Reprodução / Tv Justiça
A Polícia Federal (PF) indiciou uma passageira que gritou e tentou agredir o ministro do Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), durante um voo de São Luís (MA) para Brasília, na tarde da segunda-feira, 1º de setembro. Ela foi indiciada por injúria qualificada e incitação ao crime.
Dino viajava a Brasília para a primeira sessão do julgamento do núcleo crucial da tentativa de golpe de Estado, que inclui o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). O julgamento teve início na manhã desta terça-feira, 2.
De acordo com a assessoria do magistrado, ele estava trabalhando de cabeça baixa enquanto aguardava a decolagem da aeronave. A mulher indiciada entrou e afirmou, aos gritos, que o avião "estava contaminado" e que não respeita "essa espécie de gente"
Ela tentou chegar ao assento do ministro enquanto gritava "o Dino está aqui", o que, segundo a assessoria, era uma tentativa de incitar uma rebelião a bordo.
A mulher foi impedida de se aproximar pela segurança do magistrado e advertida pela comissária-chefe da cabine.
Um agente da PF lotado no aeroporto de São Luís foi acionado e comunicou a segurança do ministro Flávio Dino que a superintendência de Brasília seria informada do ocorrido. Quando o avião chegou ao destino, a mulher foi levada por agentes da PF para prestar esclarecimentos.
Estadão Conteúdo
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Esse é o terceiro incêndio registrado nas dependências da instituição em apenas uma semana.
O grupo é suspeito de comércio ilegal de armas, vazamento de dados restritos da segurança pública e lavagem de capitais em benefício da facção criminosa, que atua no Complexo de Israel, na zona norte da capital fluminense.
Segundo a corporação, até às 23h59 deste domingo (4) foram instaurados 1.337 inquéritos policiais relacionados a crimes eleitorais ao longo de 2026.
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