Papa Leão XIV. Foto: Divulgação/Vaticano News
O grupo de cardeais reunidos para o conclave na Capela Sistina escolheu nesta quinta-feira o 267º papa da história, que vai suceder Francisco à frente do Vaticano. Era necessário um mínimo de dois terços dos 133 votantes para a escolha do novo líder da Igreja Católica, que tem cerca de 1,4 bilhão de fiéis pelo mundo
O nome do cardeal Robert Prevost, de 69 anos, ganhou força no conclave que tem início nesta quarta-feira, 7 de maio, para escolher o novo papa.
Embora especialistas considerassem pouco provável - por questões geopolíticas - a eleição de um norte-americano para o comando da Igreja Católica, Prevost era visto como o candidato mais viável entre os dez cardeais da mesma nacionalidade, que estão entre os 133 eleitores a compor o conclave.
Seu perfil visto como equilibrado, com reputação por construir pontes entre conservadores e progressistas, pode vir a calhar em um momento em que a igreja se encontra dividida.
Ao mesmo tempo, Prevost tem projeção global e ocupa um dos cargos mais influentes da Santa Sé: o de prefeito do Dicastério para os Bispos, que aconselha o papa sobre a nomeação de líderes da igreja, ao qual foi nomeado em 2023 pelo papa Francisco.
Essa visibilidade pode colocá-lo em vantagem em uma disputa na qual poucos eleitores se conhecem, devido ao grande número de novos cardeais, nomeados no último papado.
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Além de homenagear o religioso, Leão XIV aproveitou a ocasião para incentivar a construção da paz e a aproximação entre diferentes povos.
Entidade publicou mensagem no X (antigo Twitter) neste domingo, 4 de setembro, em meio à polêmica envolvendo a santa e o candidato Flávio Bolsonaro.
Celebrações na capelania da PMPE homenagearam a religiosa francesa conhecida pela "pequena via" e pela promessa de uma "chuva de rosas".
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