Vanessa Ricarte e ex-noivo. Foto: Reprodução
A jornalista e servidora do Ministério Público do Trabalho (MPT), Vanessa Ricarte, de 42 anos, morreu na noite da última quarta-feira, 12 de fevereiro, após o ex-noivo, o músico Caio Nascimento, a esfaquear. Horas antes do crime, ela denunciou o agressor, obteve uma medida protetiva e, ainda assim, sofreu a violência.
O ataque aconteceu no fim da tarde, na casa onde a jornalista morava. No mesmo dia, pela manhã, ela procurou a Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam) e registrou um boletim de ocorrência contra Caio.
A Polícia Militar prendeu o agressor em flagrante e o encaminhou para a Deam. Ele deve passar por audiência de custódia nesta sexta-feira.
A jornalista sofreu três golpes de faca no tórax. A equipe de socorro a levou em estado grave para a Santa Casa de Campo Grande, mas ela não resistiu aos ferimentos.
O ex-companheiro de Quitéria Cândido, mulher de 32 anos, matou-a a tiros porque não aceitava o fim do relacionamento. O crime ocorreu na terça-feira, 11 de fevereiro, no município de Arcoverde, no Sertão de Pernambuco.
Segundo a Polícia Militar, Quitéria ligou para a corporação momentos antes do crime, alertando que o suspeito tentava matá-la.
Os policiais orientaram que ela permanecesse em casa até a chegada da viatura. No entanto, quando os militares chegaram ao local, o ex-companheiro já havia assassinado a vítima.
Logo após o crime, o suspeito fugiu para uma área de mata e, até o momento, a polícia não o localizou. Testemunhas relataram que o relacionamento do casal era bastante conturbado e que o ex-companheiro agredia Quitéria com frequência.
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Investigação começou após a vítima relatar ameaças e transferências por Pix; suspeita foi localizada no interior do Ceará.
No país, até 5 de outubro, foram registrados 52 casos importados: 41 em São Paulo, 10 no Amazonas e um no Rio de Janeiro.
Segundo o ministro da Fazenda, Dario Durigan, a ofensiva contra as apostas ilegais representa uma mudança no fluxo de dinheiro das famílias.
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