O parlamentar disse ainda que no próximo ano Lula será aposentado da vida pública. "Se Deus quiser, a gente vai ter um Bolsonaro de volta à presidência", afirmou.
Éduardo Bolsonaro e o presidente Lula. Foto: Montagem Portal/Câmara dos Deputados/Divulgação
O deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) respondeu ao presidente Lula (PT), por meio de suas redes sociais, após o mandatário ter classificado a sua atuação nos EUA como "terrorista" e ter afirmado que o político autoexilado "tenta lamber as botas do Trump".
As declarações de Lula ocorreram durante uma coletiva com a imprensa, na terça-feira, 3 de maio, no Palácio do Planalto, Brasília.
"Eu estou aqui nos EUA para defender a liberdade do povo brasileiro, enquanto o Lula só quer voltar à cena do crime para roubar os aposentados do INSS e também as estatais brasileiras", afirmou Eduardo Bolsonaro, sem fornecer provas, em um vídeo publicado em sua conta no X (antigo Twitter).
O esquema de fraude no INSS, na verdade, estava em curso desde 2016, quando Michel Temer era o presidente do País e os valores desviados aumentaram nos últimos dois anos, já na gestão petista.
Lula classificou a atuação de Eduardo Bolsonaro como "lamentável" e "antipatriótica". O presidente ainda complementou: "o cidadão que é deputado pede licença ao seu mandato para ir ficar tentando lamber as botas do Trump e de assessor do Trump, pedindo intervenção na política brasileira".
Em resposta, Eduardo Bolsonaro disse que "ano que vem, ele [Lula] será aposentado da vida pública. Se Deus quiser, a gente vai ter um Bolsonaro de volta à presidência", sem especificar de qual membro da família estava falando.
Eduardo Bolsonaro tem se apresentado como uma alternativa para o Senado de São Paulo ou para a Presidência da República, uma vez que seu pai, o ex-presidente Jair Messias Bolsonaro (PL), se encontra inelegível até 2023.
Confira o vídeo:
Atuação de Eduardo Bolsonaro nos EUA
Nos Estados Unidos, Eduardo Bolsonaro afirma que está buscando "sanções aos violadores dos direitos humanos". O deputado licenciado tem se encontrado com políticos americanos e é investigado por agir contra autoridades brasileiras.
Na segunda-feira, 2 de maio, Eduardo Bolsonaro afirmou que o inquérito aberto contra ele no Supremo Tribunal Federal (STF), que investiga coação no curso do golpe, tem o objetivo de o retirar da corrida eleitoral.
A declaração foi dada após o líder do PT na Câmara, deputado Lindbergh Farias, depor à Polícia Federal no inquérito que apura a atuação de Eduardo Bolsonaro nos EUA. De acordo com as investigações, o deputado estaria incentivando entidades americanas a intervir no processo em que seu pai é investigado.
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