A empresa orienta que os consumidores da área afetada adotem medidas preventivas, como evitar o uso de equipamentos elétricos durante o período de desligamento.
Marco Zero, no bairro do Recife. Foto: Gabriel Alves/Arquivo Pessoal
A Neoenergia Pernambuco informou, nesta segunda-feira, 29 de dezembro, que realizará um desligamento programado no fornecimento de energia elétrica no Bairro do Recife no dia 10 de janeiro de 2026, um sábado. A interrupção está prevista para ocorrer das 8h às 16h.
Segundo a concessionária, a suspensão temporária do serviço será necessária para a execução de serviços de manutenção e ampliação da rede elétrica, com o objetivo de melhorar a qualidade e a segurança do fornecimento na região.
A Neoenergia destacou que desligamentos programados como esse fazem parte da rotina de operação da empresa e são realizados diariamente em diversas áreas do estado. As ações, de acordo com a concessionária, visam garantir maior confiabilidade ao sistema elétrico e reduzir ocorrências de falhas no fornecimento.
A empresa orienta que os consumidores da área afetada adotem medidas preventivas, como evitar o uso de equipamentos elétricos durante o período de desligamento e, se possível, programar atividades que dependam de energia fora do horário previsto.
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou, na última terça-feira, 23 de dezembro, que o ano de 2026 começará sem custo extra na conta de energia para a população. Em janeiro será aplicada a bandeira tarifária verde.
A agência reguladora destacou que apesar de o período chuvoso ter iniciado com chuvas abaixo da média histórica, em novembro e dezembro houve no país, de um modo geral, a manutenção do volume de chuvas e do nível dos reservatórios das usinas.
"Em janeiro de 2026 não será necessário despachar as usinas termelétricas na mesma quantidade do mês anterior, o que evita a cobrança de custos adicionais na conta de energia do consumidor", explicou a Aneel.
Neste mês de dezembro já houve a redução na bandeira tarifária vermelha no patamar 1 para amarela. A medida reduziu em R$ 4,46 a cada 100 quilowatts-hora (KW/h) consumidos e passou a R$ 1,885.
De acordo com o Ministério de Minas e Energia, a adoção da bandeira verde reflete um cenário de segurança energética, no qual não há necessidade de acionamento intensivo de usinas termelétricas. Essas unidades, além de apresentarem custo de geração mais elevado, utilizam combustíveis fósseis e contribuem para a emissão de gases de efeito estufa.
"Apesar da crescente participação de fontes renováveis como solar e eólica na matriz energética brasileira, a geração hidrelétrica segue como base do sistema elétrico nacional. A capacidade de produção das usinas depende diretamente do volume de chuvas que incide sobre as principais bacias hidrográficas, fator que tem se mostrado", lembra a pasta.
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