Durante entrevista a um podcast, o empresário afirmou que seus funcionários foram pressionados a retirar publicações com efeitos colaterais do imunizante.
Mark Zuckerberg. Foto: Divulgação.
Em entrevista a um podcast, Mark Zuckerberg, CEO da Meta, afirmou que a administração de Joe Biden pressionou a empresa para retirar do ar conteúdos relacionados aos efeitos colaterais das vacinas contra a Covid-19, incluindo publicações que, segundo ele, seriam verdadeiras.
Zuckerberg declarou que o governo exigia que a Meta, controladora de plataformas como Facebook e Instagram, excluissem postagens que abordavam os possíveis efeitos adversos das vacinas. A pressão teria ocorrido no contexto das estratégias de combate à desinformação durante a pandemia.
Em uma sinalização a Donald Trump, Mark Zuckerberg publicou, na última terça-feira, 7 de janeiro, em sua conta do Instagram, um vídeo anunciando uma série de mudanças de moderação de conteúdo e checagem de informações nas redes sociais da Meta: Facebook, Instagram e Threads.
O executivo afirmou que a decisão foi tomada para acabar com uma suposta censura na plataforma e afirmou que a América Latina tem "tribunais secretos de censura" Procurada pela reportagem para comentar a declaração, a Meta não quis se manifestar.
Segundo o CEO, as medidas são em defesa da liberdade de expressão "que foi perdida" nas plataformas ao longo dos últimos anos.
O bilionário criticou ações tomadas por governos da União Europeia, América Latina e China. Ele também afirmou que vai contar com o governo de Donald Trump para pressionar governos de todo o mundo para encerrar regulação que "censure plataformas".
De acordo com Zuckerberg, as mudanças são para as redes sociais voltarem para suas "raízes e origens". Segundo ele, os sistemas de regulação das redes sociais se tornaram muito políticos e apresentam muitas falhas.
Para o CEO, dessa forma, com menos regulações será mais fácil de evitar que o conteúdo de "pessoas inocentes" seja apagado por engano.
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Não foram apresentados detalhes oficiais sobre os motivos que levaram ao cancelamento do visto da diplomata. Também não houve manifestação pública do governo americano explicando os fundamentos da decisão
Segundo informações divulgadas pelo UFC, o atleta teria sofrido um aparente ataque cardíaco enquanto dormia e não resistiu.
o líder argentino ainda completou dizendo, ''ele foi solto por uma falha administrativa no procedimento, não por ser inocente'', afirmou.
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