O presidente reeleito reiterou seu apelo para que a comunidade internacional respeite o processo eleitoral venezuelano.
29 de julho de 2024 às 16:56 - Atualizado às 16:56
VENEZUELA X ARGENTINA Nicolás MADURO desafia Javier MILEI para luta não aguentas um round comigo, bicho covarde. VENEZUELA X ARGENTINA Nicolás MADURO desafia Javier MILEI para luta não aguentas um round comigo, bicho covarde.
Nicolás Maduro, presidente reeleito da Venezuela, respondeu às críticas do presidente argentino, Javier Milei, que se recusou a reconhecer os resultados da eleição anunciados pelo Conselho Nacional Eleitoral (CNE) neste domingo, 28 de julho.
Em um discurso realizado durante a madrugada desta segunda (29), em Caracas, Maduro chamou Milei de "bicho covarde" e o desafiou para uma luta.
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Diante da recusa de Milei em reconhecer o resultado, Maduro não poupou críticas, desafiando-o diretamente para uma luta.
"Milei, não aguentas um round comigo, bicho covarde. Traidor da pátria", afirmou.
O presidente reeleito da Venezuela reiterou seu apelo para que a comunidade internacional respeite o processo eleitoral venezuelano, destacando a confiança no sistema eleitoral do país, que, segundo ele, inclui 16 auditorias para garantir transparência e segurança.
“O poder eleitoral tem um sistema eleitoral de altíssimo nível de confiança, segurança e transparência com 16 auditorias”, afirmou, acrescentando que “quando houve o debate em que Donald Trump denunciou que lhe roubaram as eleições nos Estados Unidos, nós não nos metemos nisso”.
Segundo Maduro, eles “já conhecem esse filme” da oposição que costuma acusar fraude.
A opositora Maria Corina Machado denunciou que nem todas as atas das urnas teriam sido entregues às testemunhas da oposição e disse que “o dever das Forças Armadas nacionais é fazer valer a vontade popular e é isso que nós esperamos”.
Já Maduro disse, em seu discurso, afirmou que a vitória foi um triunfo da independência da Venezuela.
“[É o] triunfo da independência nacional, da dignidade do povo da Venezuela. Não puderam com as sanções, não puderam com as agressões, não puderam com as ameaças, não puderam agora e não poderão jamais com a dignidade do povo da Venezuela”, destacou.
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